Hoje tem! 

Hoje é dia de Fluminense! O jogo contra o Globo-RN começa às 21h45!

fevereiro 15th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

As muitas faces do Vasco do início de 2017

O time que começou o ano com a defesa exposta pela ausência de Marcelo Mattos e Douglas Luiz, aliada à invenção da dupla Julio dos Santos e Evander na proteção da zaga, parece ter encontrado um norte com as entradas de Jean (principalmente) e Bruno Gallo nos últimos jogos no setor.

Além disso, nas primeiras partidas, a ofensividade da equipe se restringia à infalível bola parada de Nenê. Seguimos precisando do talento indiscutível do nosso camisa 10, mas com as entradas de Guilherme Costa e Kelvin (especialmente) passamos a ter alternativas nas construções das jogadas. No entanto os meninos precisam soltar mais a bola. A gana de querer aparecer para o treinador (e ganhar em definitivo uma vaga entre os onze iniciais) fez com que ambos não efetuassem o passe para companheiros em melhor condição de marcar nos últimos dois jogos. Aliás, se somarmos a quantidade de chances criadas contra Santos-AP e Volta Redonda e compararmos com o número de gols marcados nestas partidas, fica evidente a necessidade de melhoria no quesito finalização da equipe.

Pelo lado direito do ataque a chegada de Gilberto (HABEMUS LATERAL!!!) dá opção de linha de fundo e de tabelas, o que em contraste com o claudicante lado esquerdo dos jovens Alan e/ou Henrique, torna o time capenga. Não me surpreenderia se Cristóvão passasse a testar desde o início o que fez no fim dos jogos contra Resende e Volta Redonda: a improvisação de Escudero de lateral esquerdo. O problema é que o argentino atuou no fim do jogo (com as equipes adversárias cansadas) e pouco trabalhou no quesito defensivo por lá. Logo, a impressão de não ter comprometido é controversa, já que ele não foi testado nesse sentido.

No ataque Thalles vinha fazendo o que podia até ter uma amigdalite e ficar fora da partida contra o Volta Redonda. Éderson tem mais técnica e precisão nos arremates, mas, pela baixa estatura e estilo de jogo, não faz o pivô como Thalles. Muriqui, ainda adquirindo o melhor condicionamento, também não será a solução como centroavante. Pode render melhor como segundo atacante ou na ponta. E ainda tem a novela Luis Fabiano…Como estará o “Fabuloso”, após um grande período de treinamento em academia, sem disputar uma partida?

Algumas das respostas acima teremos no próximo sábado contra a Portuguesa da Ilha, em São Januário. Uma vitória classifica o Vasco para as semifinais da Taça Guanabara, onde terá como adversário o Flamengo.

 

Vasco em 2017

8 jogos: 5 vitórias, 0 empates e 3 derrotas

11 gols marcados, 11 gols sofridos – Saldo 0

 

Escalações:

Vasco 2 x 1 Barcelona-EQU – Florida Cup

Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso (Henrique); Evander e Julio dos Santos; Escudero (Guilherme Costa), Muriqui (Eder Luis) e Nenê; Thalles (Éderson).

 

Vasco 1 x 4 Corinthians – Florida Cup

Martín Silva; Madson (Yago Pikachu), Luan (Rafael Marques), Rodrigo e Henrique (Alan Cardoso); Evander (Bruno Gallo), Guilherme (Escudero), Nenê e Julio dos Santos (Andrezinho); Thalles (Ederson) e Eder Luis (Mateus).

 

Vasco 1 x 0 River Plate – Florida Cup

Martín Silva; Yago Pikachu (Madson), Luan (Jomar), Rodrigo (Rafael Marques) e Henrique (Alan Cardoso); Evander (Andrezinho), Julio dos Santos, Escudero e Nenê; Eder Luis e Thalles (Éderson).

 

Vasco 0 x 3 Fluminense – Campeonato Carioca

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Henrique; Julio dos Santos, Andrezinho, Escudero (Guilherme) e Nenê; Eder Luis (Ederson) e Thalles.

 

Bangu 1 x 3 Vasco – Campeonato Carioca

Jordi, Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso (Andrezinho); Julio dos Santos (Bruno Gallo), Evander, Escudero, Guilherme (Ederson) e Nenê; Thalles.

 

Vasco 2 x 1 Resende – Campeonato Carioca

Martín Silva, Yago Pikachu, Luan, Rodrigo (Rafael Marques) e Allan Cardoso (Muriqui); Bruno Gallo, Evander (Jean), Escudero e Guilherme e Nenê; Thalles.

 

Santos-AP 0 x 2 Vasco – Copa do Brasil

Martín Silva, Yago Pikachu (Gilberto), Luan, Rafael Marques e Allan Cardoso; Bruno Gallo, Jean, Escudero (Muriqui), Guilherme e Nenê; Thalles (Kelvin).

 

Volta Redonda 1 x 0 Vasco – Campeonato Carioca

Martín Silva, Gilberto, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso(Escudero); Bruno Gallo (Wagner), Jean, Guilherme e Nenê; Kelvin e Muriqui (Ederson).

 

 

 

fevereiro 14th, 2017 by Igor Serrano | 1 Comentário »

Fluzão goleia o Bangu jogando bonito! 

Nossa campanha no Campeonato Carioca deste ano está empolgando até os mais céticos torcedores. São quatro jogos, quatro vitórias, 11 gols marcados e nenhum sofrido. Parece que só enfrentamos Vascos, hein? Só barro mole! 

Essa suposta facilidade só ocorreu já que o Fluminense jogou com muita seriedade e vontade de ganhar. Vejam como isso faz diferença… No ano passado tínhamos um time repleto de bactérias que não tinham tesão nenhum em jogar pelo Fluminense. Já esse ano,  o “fator”  Abel Braga faz toda a diferença. Temos um novo time, uma nova postura e com isso vieram novos resultados. 

Temos um time honesto e com uma proposta bem clara de jogo, além, é claro, de muita vontade. Nossos zagueiros não são os mais confiáveis do mundo, mas não ficam completamente expostos como na temporada passada. Nossos laterais apoiam o tempo todo e fazem a diferença. Nosso meio de campo alia combatividade defendendo com ocupação de espaço, movimentação e criatividade na hora de atacar. Douglas, Orejuela, Sornoza e Scarpa estão funcionando muito bem e o ataque com um velocista, Wellington, e o Dourado,  está bem bom. 

E quem pagou o pato hoje foi o Bangu, coitados. Nem viram a cor da bola. Em 21 minutos o Fluminense já matou o jogo. Pra vocês verem como a maré está boa, Dourado fez dois gols e o Osvaldo fez um! O Osvaldo! Scarpa deixou o seu, uma pintura, diga-se de passagem… Só deu Fluminense o jogo inteiro, um massacre. Que tudo continue assim nos próximos jogos. 

A grande questão é que temos um time que pode ganhar o Estadual, mas para a temporada inteira, precisamos de um elenco. Faltam peças pontuais para isso ocorrer. Contamos com você, diretoria!

Ahhh nem vi e me recusei a escrever sobre o jogo contra o Internacional, pela Primeira Liga. Eu não me considero um torcedor “reserva”, aí eu não me animo a ver um jogo do  com um time reserva. Até concordo em partes com a opção do Abel em poupar os jogadores, mesmo sabendo que fora do mundo do futebol isso não é tão comum, tipo no mundo dos trabalhadores reais, mas me recusei até mesmo a assistir aos melhores momentos. Visa que segue no Estadual! 

fevereiro 12th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

A imbecilidade faz mais uma vítima #ForçaScudi

Ao que tudo indica, o jovem Pedro Lucas Scudieri, de 23 anos, é mais uma vítima da brutal e imbecil violência das torcidas organizadas. 

Pedro voltava do jogo Portuguesa x Fluminense e desceu próximo ao estádio do Maracanã. Ele ia para casa quando a agressão ocorreu, na altura da Praça Varnhagem, na Tijuca. O jovem foi agredido na cabeça com uma barra de ferro e está em estado grave, no CTI. Scudieri sofreu traumatismo craniano, teve uma hemorragia, controlada na madrugada. Uma parte do osso teria “perfurado” um ponto do cérebro. 

Fluminense informou que uma equipe médica do clube foi ao Hospital do Amparo e acompanha o tratamento de Pedro. 

O estudante integra a Bravo 52, torcida organizada conhecida por ser pacífica, e usava uma camisa do Fluminense. Amigos dizem que ele estava com uma faixa da torcida na mochila e só ela foi roubada. O que deixa claro o envolvimento de alguma torcida organizada na ação. 

É inaceitável que em 2017 ainda existam casos com esses. Como assim a justiça ainda permite que bandidos se vistam de torcedores e cometam crimes? Eles roubam, agridem e matam em nome de um grupo de bandidos. Esses caras usam o futebol como argumento para fazer atrocidades e isso precisa acabar. 

O ponto central dessa questão é a certeza da impunidade, o maior mal que impregna a nossa sociedade. O cara bate com uma barra de ferro na cabeça de outra pessoa por ter a certeza de que nada vai lhe acontecer. Se nossa justiça fosse mais firme e eficiente, esses bandidos ficariam presos até o último dos seus dias! Outros pensariam duas vezes antes de trocar socos por conta de torcidas organizadas. 

Mais um capítulo triste da história do futebol brasileiro.

Se tiver alguma informação, ligue para o disque denúncia: 22531177

O jovem está precisando de doação de sangue! Vamos ajudar. 

O SCUDI JÁ CONSUMIU 6 BOLSAS DE SANGUE E A SITUAÇÃO DELE AINDA É MUITO GRAVE! ELE NECESSITA DE SANGUE A+, QUEM FOR A-, O+, O- TAMBÉM PODE FAZER A DOAÇÃO.

PRECISA DAR O NOME DE MARILENE SCUDIERI, QUE É A MÃE DO PEDRO.

LOCAL: RUA DO RIACHUELO, NÚMERO 43, 3º ANDAR

#ForçaScudi


Atualização! 

Um dos agressores foi preso pela polícia:

http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-02-07/agressor-de-torcedor-do-fluminense-e-preso.html

fevereiro 7th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Mais uma vitória na conta! 

Se fosse em um país sério, com dirigentes sérios, não teria ocorrido um jogo de futebol no pasto acima. O campeonato carioca é tão muquirana que estádios como o Los Larios serve para um jogo de futebol profissional. Uma lástima… 

Mesmo com a situação completamente absurda, o time do Fluminense mostrou uma vontade absurda de vencer a partida e é só isso que eu peço. Muito obrigado, Abel. O time buscou o ataque e tentou atuar pelas áreas secas do campo. Deu certo! 

Henrique Ceifador Dourado abriu o placar para o Fluzão, escrevam aí: ele vai fazer mais de 25 gols no ano. O time mudou, assim como o esquema tático, e ele foi o maior beneficiado. Temos três  meias, Scarpa, Sornoza e Douglas (que grata surpresa!), o abastecendo com passes e assistências, um atacante velocista, Wellington, e dois laterais que apoiam o jogo todo. Tá bom ou quer mais? 

O segundo gol foi do Léo Pelé, que já vem jogando o fino! Foi lindo ver o garoto se emocionar após fazer seu primeiro tento nos profissionais. Como é lindo ver gente jogando no Fluminense e tendo orgulho disso. Que ódio das bactérias que jogavam no Club em 2016… Vão pro inferno aqueles que jogaram sem vontade e respeito. 

O terceiro gol saiu dos pés de Gustavo DeuScarpa, que entrou driblando todo mundo, chutou forte e estufou a rede. Não tem como esse garoto não assumir a camisa 10 da seleção brasileira. Ele vai ser o nome do Penta tricolor no Brasileirão e do Hexa da seleção na Rússia. 

Obrigado, Abelão! 

fevereiro 6th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Henrique Dourado vai resolver nossos problemas em 2017?

Henrique Dourado chegou ao Fluminense em junho de 2016 e tudo contou contra ele. Ele foi contratado para substituir o ídolo Fred, após este ter uma saída bastante conturbada do club. Por chegar no meio da temporada e não conhecer o elenco, a adaptação não foi muito boa e boa parte da torcida pegou no seu pé, inclusive, pedindo sua saída e rescisão do contrato de quatro anos (!!!).

Cá entre nós, a torcida do Fluzão é chata pra caramba quando pega implicância com algum jogador, seja ele contratado de fora ou das categorias de base. Nosso povo não costuma ter muita paciência e apostar em jogadores, isto é, pensar no longo prazo… Olhando pelo lado do Dourado, esses corneteiros imaginaram de cara ter um novo Fred no ataque tricolor e passou MUITO longe disso.

O Ceifador é um atacante brigador, que apesar de ser grandalhão, tem uma boa mobilidade pelo campo, não se limitando a ficar na área “lutando” com os zagueiros. Ele costuma voltar bastante para buscar jogo e assim chama a marcação, abrindo espaço para quem vem de trás, como o Wellington, Sorocaba e o Gustavo Scarpa. É uma atitude completamente tática e, na maioria dos casos, uma ordem do treinador. Repare que esse tipo de atuação não costuma ser valorizada por torcedores brasileiros, mas é uma demonstração do jogador de que ele está se aplicando taticamente.

O problema do nosso “homem de referência” no ataque é que para quem vê de fora, o que fica marcado são os dribles desconjuntados, o excesso de pernas e os gols feitos que ele costuma perder, mas reparem que isso costuma ser uma fase. Quando a bola começar a entrar, e torcemos todos por isso, ele tem tudo para cair nas graças da torcida. Eu acho que vale muito a aposta. É o principal atacante de área que temos no elenco e ele merece o apoio.

Sem contar que agora temos dois laterais que minimamente apoiam o ataque, bem diferente do que tínhamos em 2016. 

Ainda temos dois outros problemas relacionados com o Henrique Dourado.

O primeiro é a sombra do Fred… temos umas “viúvas” do antigo camisa 9 que são chatos demais e não conseguem desapegar. Não estou pregando que se esqueçam do Fred, longe disso pra caramba! O cara é um dos maiores ídolos da história do Fluminense, fez gols inesquecíveis e ganhou títulos importantes no Fluminense, mas… e aí que o “mas” ganha monumental importância! Ele não é mais jogador do Fluzão! É difícil entender isso? O Fred agora é jogador do Atlético Mineiro (argh!) e não pode nos ajudar com nada. Dá pra focar em quem veste a camisa tricolor em campo? Vamos fazer esse exercício?

O segundo problema se chama Pedro. Não que o garoto não tenha um futuro promissor… tem sim e só depende para que ele se torne um jogador muito importante para o Tricolor. É um jogador ainda em fase de formação, que precisa ter um pouco mais de rodagem, entrar em mais jogos e com isso ganhar mais experiência. Sou palpiteiro e não profissional do futebol, mas tenho comigo a impressão de que lançar o garoto como parte da torcida prega, pode só ajudar a queima-lo prematuramente com uma torcida que não costuma ter paciência… Devagar com ele, vamos aos poucos. Segurem a empolgação de vocês que temos muita temporada pela frente.

O nome da vez é HENRIQUE DOURADO! Vamos apoiar e estar ao lado dele. O voto de confiança ele merece, afinal de contas, Abel acredita nele. Se não render, vamos pegar no pé, cobrar e vaiar. E isso poucas torcidas fazem melhor que a gente.

 

Saudações tricolores!

fevereiro 4th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Alguém sente saudades? Hahahahaha

Eu não!

fevereiro 3rd, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

O que esperar da Máquina versão 2017?

Saudações tricolores, amigos do Blogols! Esse maravilhoso blog que está mais parado que a sala de troféus do Botafogo, a dignidade na vida do Vasco e a honestidade na vida do Flamengo. Só não ficou pior por causa do Igor… enfim. Mas vamos ao que interessa! Depois de muito tempo, vou voltar a escrever neste nobre espaço sobre o Fluminense e provocar muito nossos c0irmãos, afinal de contas, futebol sem senso de humor não tem graça…

Antes de chegar nos últimos jogos, vamos dar uma pincelada rápida sobre alguns assuntos importantes que ocorreram no Fluzão.

Pedro Abad é o novo presidente do Tricolor das Laranjeiras, venceu na eleição Celso Barros e Mário Bittencourt, ele pertence ao grupo político do Peter Siemsen, inclusive, participou da gestão. Até aí morreu neves, mas quando assumiu a gestão, ficou “assustado” com os problemas e do clube. Fala sério, né? Prometeu várias coisas durante o período eleitoral e depois voltou atrás. Pra quem não conhece, esse é atual mandatário do Club:

Tenso, hein?! Hahahahahahahaha tomara que ele seja melhor enquanto Presidente. Falando sério, que ele consiga ajeitar as contas e contratar cirurgicamente alguns bons jogadores para completar o elenco.

Agora temos um Centro de Treinamento para chamar de nosso! Bem… não só nosso, né? Temos uns vizinhos perigosos que já invadiram, espancaram os seguranças e ninguém foi preso. Dizem por aí que esses bandidos foram expulsos da Cidade de Deus por trazer uma “visibilidade negativa” para a comunidade… Esse é o nosso Rio de Janeiro. Se bem que ainda temos muito mais um canteiro de obras, mas o time já treina lá. E isso é foda pra caralho! Parabéns para o novo mecenas do Fluzão, o Pedro Antônio. Se bem que eu achei bizarro o cara ser homenageado em vida dando o nome para o CT, e vocês? Eu acho que a justiça com a história seria colocar o nome do Telê Santana.

Mas isso está bonito pacas!

A justiça precisa ser feita! O CT e a contratação os equatorianos foram dois gols de placa da gestão do Peter… E o que falar desses dois gênios Orejuela e Sornoza? Os caras jogam demais! Já caíram nas graças da torcida e já tem gente querendo saber quem será nosso adversário no Mundial de Clubes de 2018! Só para vocês entenderem a euforia, O Orejuela já jogou três partidas e não errou nenhum passe. Tá bom ou quer mais?

Mitos mitosos!

Ainda tivemos as saídas de algumas bactérias que tanto afundaram nosso time em 2016, Wellington Silva, Aquino, Rojas, Magno Alves (com respeito), Dudu e Cícero. Ainda faltam outros, mas já foi um ótimo começo! Essas dispensas foram ótimas notícias no início do ano.

E voltamos a ter um técnico digno de nossas tradições! Abel Braga é uma das pessoas mais experientes no que diz respeito a conhecer o clube! E isso faz diferença demais durante esse processo de renovação do elenco, subida de jogadores das categorias de base etc. O resultado? Agora temos um time com cara de Fluminense! Os jogadores se abraçam, têm prazer em jogar, estão felizes. Abel, sou seu fã! Ainda vou beber uma gelada com você no Chico e Alaíde! Me aguarde!

Abel MITO Braga

Sim, amigos! Agora temos um time que vai honrar nossas tradições! Cavalieri já está voltando a ser aquele paredão que conhecemos, nossa zaga ainda dá susto, mas já parece ser muito melhor que a baba do ano passado. Nossos laterais agora cruzam certo para a área! Acho que isso não ocorria desde a época do Edinho… Nosso meio de campo está se ajustando, mas já me arrisco a dizer que é SACANAGEM! Orejuela, Douglas, Gustavo Scarpa e Sornoza vão fazer chover pelos campos do Brasil e aí é que vemos o crime que foi não conseguirmos uma vaga na Libertadores deste ano. Seria título certo! Nosso ataque com Wellington, o verdadeiro Silva, e Dourado (aposto nele!) pode dar muito caldo. Lembrando que ainda temos o Pedro, que agora está machucado, mas vai nos dar muita alegria neste ano. Anotem aí e me cobrem depois.

A alegria voltou

Ainda faltam algumas peças e se elas vierem, podemos sonhar mais alto. Segundo o Abad, nossa prioridade no ano será a Copa Sul-Americana. Acho ótimo! É um título continental e rende uma vaga na Libertadores. Mas dá para beliscar o Estadual e a Copa do Brasil também. Uma tríplice coroa não cairia nada mal, hein?

É isso! Por enquanto!

 

fevereiro 3rd, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Na montanha russa do início da temporada, Vasco é goleado e faz papel de Pateta – Florida Cup – Vasco 1 x 4 Corinthians

11/12/2016. Campeonato Brasileiro 2016, série A, 38ª rodada. Corinthians é derrotado pelo Cruzeiro no Mineirão e fica fora da Libertadores da América (mais fácil de se classificar desde que o torneio foi criado) com a sétima posição. O time que foi a campo na ocasião foi: Walter, Fagner, Vilson, Balbuena, Uendel; Cristian e Camacho; Marlone, Rodriguinho e Giovanni Augusto; Guilherme. No segundo tempo ainda entraram Léo Jabá, Guilherme Arana e Romero.

19/01/2017, Florida Cup. O Vasco que treina desde o dia 02/01/17 tática e fisicamente e já havia vencido o Barcelona-EQU há alguns dias (graças a dois lances de bola parada), entra em campo para enfrentar o Corinthians de 2017, que se reapresentou apenas no dia 11/01/17. Ou seja, NOVE DIAS DEPOIS do time cruzmaltino. Muriqui, que havia começado o jogo anterior, foi poupado por conta de dores. Escudero, longe da forma física ideal, também virou opção no banco. O lateral Alan deu vaga a Henrique, que havia entrado melhor no segundo tempo da partida contra o time do Equador. Assim Cristóvão Borges mandou a campo: Martín Silva; Madson, Luan (Rafael Marques), Rodrigo e Henrique; Evander, Guilherme, Nenê e Julio dos Santos; Thalles e Eder Luis.

Já o Corinthians do técnico Fabio Carille (ex-auxiliar técnico que no ano passado havia sido efetivado, depois voltou a ser auxiliar por conta da contratação de Oswaldo de Oliveira e agora volta a ser efetivado) com problemas financeiros pouco contratou. Com uma dívida astronômica envolvendo o estádio que caiu no colo corintiano e diversos problemas administrativos, chegaram apenas os atacantes Luidy (ex-CRB de Alagoas), Jô (sem clube) e Kazim (ex-Coritiba) e os volantes Gabriel (ex-Palmeiras) e Paulo Roberto (ex-Sport). Ou seja, tudo no “bom” e barato (apostas).  O time que foi a campo para enfrentar o Vasco foi: Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Balbuena e Moisés; Gabriel, Camacho, Romero, Rodriguinho e Marlone; Jô. No segundo tempo entrariam, dentre outros, Vilson, Cristian, Giovanni Augusto e Guilherme. Ou seja, basicamente o mesmo time que terminou o Campeonato Brasileiro da Série A 2016 na sétima colocação com treze derrotas, dez empates e quinze vitórias.

Sejamos francos, este Corinthians é um dos piores em qualidade técnica dos últimos anos. Nem de longe lembra o time que levou da gente o Brasileiro de 2011 (com a ajudinha do apito, é bem verdade), fazendo jogos equilibrados conosco naquele torneio e na Libertadores de 2012.

Perder de 4 x 1, no segundo jogo do ano, para uma equipe que terminou o Campeonato Brasileiro da série A “apenas” na sétima colocação e que se reapresentou e começou a treinar bem depois do nosso é para ligar o alerta. Eu sei…o time está se adaptando ao Cristóvão, não está no auge da forma física, é início de trabalho, etc etc. Não está tudo perdido. Não é o fim do mundo, mas é sim para ficar apreensivo. Em especial pela forma como foi.

Os dois primeiros gols do time paulista, ainda com a formação inicial, no primeiro tempo, foram falhas ridículas da marcação. A facilidade com que os jogadores tabelaram próximo à meia-lua e entraram na área é digno de “Casados vs solteiros“! Evander, volante inventado por Cristóvão, e Julio dos Santos bateram cabeça. E o que mais chama atenção é que em ambas jogadas, Evander, no auge de sua juventude, DESISTE do lance. Não acompanha! No segundo gol Nenê, muito mais velho que o hoje camisa 5, segue tentando auxiliar a marcação, numa zona do campo em que nem era para estar fazendo isso. E Evander não. Deixa pra lá.

No terceiro gol, após nova tentativa de tabela na entrada da área vascaína, Pikachu intercepta o passe final e toca para Rodrigo, dentro da área. O experiente zagueiro não afasta o lance e toca fraco para frente. Marquinhos Gabrel pega a sobra, leva até a linha de fundo e cruza no segundo pau onde estavam Kazim pelo Corinthians e Alan pelo Vasco. Alan vê a bola se aproximar pelo alto e tem o atacante corintiano à sua frente. Não tenta se antecipar a nenhum dos dois. Assiste de camarote o inglês naturalizado turco cabecear para o gol, se lamenta e aponta que estava preocupado em marcar outro corintiano.

No quarto, uma tentativa ineficiente de fazer linha de impedimento. Uma enfiada de bola conseguiu rasgar a linha e encontra Kazim pela direita do ataque. Indo em direção ao gol, sem ninguém à sua cola, ele esperou Martin Silva sair para rolar para o lado e Marquinhos Gabriel fazer Vasco casados 1 x 4 Corinthians solteiros.

Perder é do jogo. É um dos resultados possíveis para qualquer partida. Mas da forma como foi, com tanta apatia, infantilidade e erros, não. No entanto, há males que vêm para o bem. Talvez com o resultado desastroso e com dois gols diretamente ligados ao setor teste dos volantes, Cristóvão desista de inovar. E melhor ainda, a diretoria veja que para chegar ao “brigar nas cabeças” como anunciado, ainda falta bastante. Vide que perdemos com facilidade, sem esforço, de 2 a 1 para o time titular e 2 a 0 para o reserva do sétimo colocado do último Campeonato Brasileiro da Série A. E que se não fosse Martín Silva poderia ter sido mais. De se lamentar ainda que a pífia partida ofusque o belo gol de Eder Luis.

E que fique registrado. É melhor errar, perder, passar vergonha no início (o ideal seria não passar em momento algum masss…) da temporada do que no fim. Já tivemos dois exemplos distintos nesse aspecto.

Em 2015, também disputamos um torneio de pré-temporada, o torneio Super Series em Manaus contra Flamengo e São Paulo. Perdemos os dois jogos. Fomos campeões do Estadual alguns meses depois, mas fomos rebaixados no Brasileiro. Em 2011, tivemos o pior início de campeonato carioca de nossa história: quatro derrotas e um empate nos cinco primeiros jogos. PC Gusmão foi demitido, Ricardo Gomes trazido e três jogadores contratados (Alecsandro, Bernardo e Diego Souza). Fomos campeões da Copa do Brasil alguns meses depois, brigamos pelo título do Brasileiro até a última rodada, no ano seguinte chegamos às duas finais de turno no Estadual e saímos da Libertadores para o time que viria a ser o campeão, antes dos atletas começarem a ser vendidos ou deixarem o clube por via judicial por falta de pagamento. O que você prefere? O time que seja campeão, mas onere as já combalidas finanças do clube ou o que não seja campeão, mas passe sufoco no Brasileiro? Acho que a sua resposta certamente deve ser: “nenhum dos dois” (mas sim o time que seja campeão e não onere as finanças). O difícil é conseguir equalizar essas peças.

Sábado entraremos em campo pela disputa do terceiro lugar do torneio contra São Paulo ou River Plate. Esperamos uma mudança de postura, para que, assim, a torcida consiga enxergar a carruagem ao invés da abóbora nesse time do início da temporada 2017…

 

VASCO 1 X 4 CORINTHIANS

Local: Estádio Bright House Networks, em Orlando (EUA)
Data: 18 de janeiro de 2017, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)

Árbitro: Esteban Rosano (EUA)
Assistentes: Abdel Kuttaineh e Hassan Belmnahia (ambos dos EUA)

Cartões amarelos: Julio dos Santos, Thalles e Rodrigo (Vasco); Gabriel e Paulo Roberto (Corinthians)

Gols: VASCO: Éder Luís, aos 24 minutos do primeiro tempo; CORINTHIANS: Camacho, aos 20, e Marlone, aos 45 minutos do primeiro tempo; Kazim, aos 36, e Marquinhos Gabriel, aos 44 minutos do segundo tempo

VASCO: Martín Silva; Madson (Yago Pikachu), Luan (Rafael Marques), Rodrigo e Henrique (Alan Cardoso); Evander (Bruno Gallo), Guilherme (Escudero), Nenê e Julio dos Santos (Andrezinho); Thalles (Ederson) e Éder Luís (Mateus)
Técnico: Cristóvão Borges

CORINTHIANS: Cássio (Caique França); Fagner (Léo Príncipe), Pedro Henrique (Vilson), Balbuena (Yago) e Moisés (Marciel); Gabriel (Paulo Roberto), Camacho (Cristian), Romero (Giovanni Augusto), Rodriguinho (Guilherme) e Marlone (Marquinhos Gabriel); Jô (Kazim)
Técnico: Fábio Carille

2017 - Florida Cup - Vasco 1 x 4 Corinthians]

 

janeiro 19th, 2017 by Igor Serrano | 1 Comentário »

Na terra do Mickey Mouse e do presidente Donald, foi o Barcelona-EQU quem pagou o pato! – Florida Cup – Vasco 2 x 1 Barcelona-EQU

No primeiro jogo de 2017, o Barcelona de Guayaquil como adversário em jogo válido pela Florida Cup. Com as reestreias de Cristóvão (técnico) e Muriqui, além da estreia de Escudero, o jogo prometia ser um bom teste. Claro, havia ainda o fator da memória afetiva por se tratar do adversário batido na conquista da Libertadores de 1998. O time equatoriano detém o último título nacional de sua liga, o que em tese proporcionaria alguma qualidade para o primeiro jogo da temporada. Aliás, este foi o segundo jogo de Cristóvão contra o Barcelona-EQU. Em 2012 na despedida de Edmundo, ele também foi o comandante do Gigante da Colina no amistoso em que o time equatoriano mandou a campo a equipe B e terminou goleado por 9 a 1.

A formação inicial foi a mesma que vinha treinando no Rio de Janeiro:  Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso; Evander e Julio dos Santos; Escudero, Muriqui e Nenê; Thalles. E aí pudemos ver na prática a dupla de volantes criada pelo treinador contra um adversário mais forte que o Madureira e o Bonsucesso. Evander, meia-atacante de origem, e Julio dos Santos, terceiro homem de meio de campo. Ambos com habilidade nos pés, mas longe de serem exímios marcadores, em especial Julio, que ainda carece de velocidade. De fato a saída de bola melhorou infinitamente. Os dois têm qualidade e podem fazer diversos passes pro lado ou para trás sem sustos, ou ainda arriscar uma enfiada de bola. Mas a marcação tem que ser reajustada. Muriqui (esquerda) e Escudero (direita) em tese fechavam os lados quando o time não tinha a bola. E como saiu o gol do Barcelona-EQU? Justamente numa falha da marcação. Bola na esquerda da defesa, Alan acompanhava o seu marcador, houve ultrapassagem, a cobertura não funcionou (no replay é possível ver Muriqui chegando muito atrasado) e a bola foi rolada para a entrada da área. Rodrigo, Luan e Madson estavam em linha dentro da área. Vera só teve o trabalho de chutar rasteiro no contrapé de Martín Silva e abrir o placar para o Barcelona genérico, já que Julio e Evander, também alinhados, chegaram atrasados no lance e na proteção à zaga (as linhas de marcação não estavam próximas) e acabaram tomando uma bronca de Rodrigo ato contínuo.

Ok, estamos no início da temporada e a equipe ainda se acostuma com a filosofia do novo treinador, mas se realmente insistir com essa configuração ou o técnico ajusta a marcação ou tomaremos muitos gols. Fica inclusive o questionamento se quando os antigos titulares do setor estiverem à disposição irão retomar as vagas. Marcelo Mattos, após cirurgia, parece que irá demorar mais a retornar do que Douglas Luiz, à disposição da Seleção Sub-20. Algo me diz que Cristóvão tentará a dupla Douglas Luiz e Evander, visando o gás da juventude de ambos e o bom passe na saída de bola. A conferir.

A arbitragem, bem fraca, por pouco não estragou um jogo que tinha tudo para ser alegre (boa presença de ambas torcidas em um ensolarado dia na Flórida) como o Pateta. O time equatoriano abusou das faltas, algumas até desleais. Foram pelo menos três faltas dignas de cartão amarelo somente no primeiro tempo.

Embora nesse início de trabalho a busca seja de sair jogando com qualidade/boa saída de bola, as irritantes esticadas de bola de Rodrigo e Luan para o ataque voltaram a aparecer ontem. Não são chutões, mas são lançamentos ineficientes/pra ninguém.

Muriqui e Escudero foram discretos. Em especial Muriqui, em recuperação de lesão e escancaradamente fora de forma. Escudero até arriscou um chute de fora da área com perigo, mas a bola passou rente à trave direita do goleiro Banguera. Embora sejam reforços, não acho que devem ser utilizados por muito tempo enquanto não estiverem no ideal da forma física (e assim acertada a utilização de ambos apenas na primeira etapa). Os jogadores remanescentes da temporada passada pareciam muito mais inteiros. Principalmente Nenê, que após sua cobrança de falta aos 29’/1ºT, Rodrigo foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou a penalidade. Nenê foi pra bola e, com a paradinha habitual, colocou goleiro para um lado e bola para o outro. Vasco 1 x 1 Barcelona-EQU. O bom entrosamento entre os camisas 3 e 10 ficou evidente. No fim do primeiro tempo em nova falta, Nenê novamente procurou Rodrigo na segunda trave e por pouco o gol não saiu. A dobradinha voltaria a aparecer decisivamente no segundo tempo (38’/2ºT) quando Nenê mais uma vez cobrou falta e Rodrigo testou para marcar o gol da vitória.

No segundo tempo Cristóvão mandou a campo Eder Luis, Henrique, Guilherme Costa e Ederson. De positivo a se registrar a performance dos garotos Henrique e Guilherme Costa. O lateral esquerdo sempre foi tido como uma grande promessa em São Januário e apontado até mesmo como o “novo Felipe”, mas em paralelo sempre teve as múltiplas contusões como tormento. Lançado em 2013 no profissional por Dorival Junior, nunca conseguiu se firmar. No entanto ontem mostrou disposição, partiu pra cima e em diagonal. Ao contrário de Alan, que não foi mal no primeiro tempo mas busca muito mais as jogadas de linha de fundo e tabelas, Henrique é mais agressivo e tenta o drible. A briga pela posição promete ser boa e genuinamente da casa se não vier nenhuma contratação para o setor. Já Guilherme Costa, que sempre teve passagens destacadas pelas seleções de base e fez um bom Campeonato Carioca 2016 emprestado ao Boavista, também pediu passagem com a boa atuação de ontem buscando jogo e quase marcando de canhota após boa jogada de Henrique.

Na próxima rodada (“semifinal”), teremos o Corinthians na quarta-feira às 22h (horário de Brasília) em mais um bom teste de início de temporada por ser um adversário do Campeonato Brasileiro deste ano. Se passarmos poderemos enfrentar outro time da campanha da Libertadores de 1998: o River Plate, que pega o São Paulo na outra “semifinal”.

 

VASCO 2 X 1 BARCELONA-EQU

Florida Cup – “Quartas de final”

Estádio: Central Broward Stadium – Lauderhill, Flórida (EUA)
Data: 15/01/2017 (domingo)
Hora: 17h (Horário de Brasília) – 14h (Horário local)

Árbitro: Andres Pfefenjorn (EUA)
Árbitros Assistentes: Trent Vanhaitsma (EUA) e Anya Voigt (EUA)

Público e renda: Não divulgados

Cartões Amarelos: Alan Cardoso 21’/1ºT (VAS), Marcos Caicedo 39’/1ºT (BAR), Dario Aimar 43’/1ºT (BAR), Gabriel Marques 16’/2ºT (BAR), Luan 24’/2ºT (VAS) e Evander 33’/2ºT (VAS)
Gols: Washington Vera 21’/1ºT (BAR), Nenê (pênalti) 29’/1ºT (VAS), Rodrigo (cabeça) 38’/2ºT (VAS)

VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso (Henrique 5’/2ºT); Evander e Julio dos Santos; Escudero (Guilherme Costa, intervalo), Muriqui (Eder Luis, intervalo) e Nenê; Thalles (Éderson 20’/2ºT). Técnico: Cristóvão Borges.

BARCELONA-EQU: Maximo Banguera (Damián Lanza 21’/2ºT); Pedro Velasco (Tito Valencia 14’/2ºT), Xavier Arreaga (Jonatthan Mena, intervalo), Dario Aimar e Mario Pineida (Beder Caicedo 22’/2ºT); Oswaldo Minda (Richard Calderón 11’/2ºT), Gabriel Marques (Segundo Castillo 24’/2ºT), Washington Vera (José Caicedo 24’/2ºT) e Eryck Castillo (Jonatan Álvez 22’/2ºT); Ely Esterilla (Andy Casquete 27’/2ºT) e Marcos Caicedo (José Ayoví 15’/2ºT). Técnico: Guillermo Almada.

 

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janeiro 16th, 2017 by Igor Serrano | 1 Comentário »

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