Category: Notícias

Flamengo é ouro e prata no Pan-Pacífico de natação

Os nadadores do Flamengo, César Cielo e Nicholas dos Santos, garantiram o 1º e 2º lugar nos 50m borboleta em Irvine EUA. Fugindo de sua especialidade (nado livre), o campeão olímpico fez o tempo de 23s03. É um bom primeiro passo para o campeonato. No primeiro dia, o que vale é manter o ritmo, mas começar com uma dobradinha é muito bom para mim e para o Nicholas. E também para o grupo ver que pode nadar rápido. O Brasil vai ganhar mais medalhas. Tudo que é 50m, eu nado. Disse para o técnico que poderia me colocar, que eu dava um jeito. Foi uma surpresa muito grande. Quero voltar para os 100m e os 50m livre e conquistar mais dois ouros.

flamengo

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Lúcio de Castro, um jornalista que fala a verdade

O JORNALISTA Lúcio de Castro escreveu um texto onde deixou bem claro o que pensa sobre a SS instalada na fraquíssima imprensa esportiva carioca. Um texto inesquecível, daqueles que merecem ser lidos de tempos em tempos, para não cair no esquecimento.

O fim do JB e nosso Buena Vista, Fredgol e os “Manjas”

O jornalismo também tem seus momentos “Tropa de Elite”. Se missão dada é missão cumprida, pauta recebida é pauta feita. É do jogo. Mas tenho a velha mania de preferir fazer as coisas por e com prazer. Então algumas pautas na profissão são estiva pesada, suor puro. Outras são como uma benção, presente que inunda seu cotidiano. Nos últimos dias cai com uma dessas. Movido pela tragédia que é o fim do Jornal do Brasil em sua versão impressa (ou seja, o seu fim), acabei diante de um presente. Contar um pouco dessa história, ouvir os personagens daquele grande JB, que, se me permite o poeta, é agora apenas uma foto na parede.

Cada entrevista é uma aula. No olhar de cada entrevistado, a certeza de que combateram o bom combate, com dignidade. Apesar de todos os pesares, de todos e tantos que ficaram no caminho, de todos os tropeços, de todos os preços que pagaram na vida para deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz. Olham para trás e podem se orgulhar do que fizeram: história. Tenho tido dias intensos por isso, um turbilhão de sentimentos, emoções e saudades de um tempo que não vivi. Quer dizer, pelo menos em plenitude…Invariavelmente, os depoimentos tem sido marcados por grande emoção. Em alguns momentos me lembrei do Buena Vista, aqueles guardiões da história perpetuando suas memórias. Pretensiosamente, em alguns momentos chego a achar que estou fazendo algo pra ser guardado. Não por mim, claro, mas por tudo que está sendo gravado. Alguns depoimentos colhidos, histórias ouvidas, e me lembro também de Roberto Retamar, historiador cubano, contemporâneo do Che. Assim definiu o companheiro: “…É o nosso orgulho e nossa vergonha- porque nos lembra a todo instante o que pode ser um homem e o que somos os homens”.

Pois é exatamente assim que tenho saído de cada gravação. Quando penso em tantas coisas desse ofício nos dias de hoje, a banalidade, a leviandade, a falta de caráter, e escuto aquelas histórias de resistência, de coragem, nada mais me ocorre além de Roberto Retamar, que tive a honra de conhecer um dia.
É claro que existem as exceções de sempre e as coisas boas sendo produzidas por aí. Mas é impossível não pensar em Retamar quando escuto aquelas histórias e penso na leviandade de nossos dias que vai se transformando em regra por aí. Aquilo que um dia chamei aqui de “Jornalismo-Manja”. Daqueles se dedicam a fuxicar nas paginas de esporte a vida alheia e privada como se fosse uma página de revista de fofocas, tão abomináveis quanto. Com, logo veremos adiante, alguns dos mais sórdidos argumentos, travestidos em pretensas normas de jornalismo independente e até destemido!

Em março, no começo dessa trincheirinha aqui, expressei meus pontos de vista sobre o assunto lamentando o que ia acontecendo com Adriano e os “manjas”. Está tudo lá. Nunca consegui entender porque sobre Adriano podia se publicar algo da esfera privada, sem qualquer prova, e não se fazia o mesmo com políticos famosos por suas festas de arromba e hábitos pouco ortodoxos. Se é possível publicar algo sobre uma festa privada do sujeito, por que não do outro? E sobre cartolas habitues de festinhas e embalos, cartolas com histórico de violência contra a mulher? Claro que não se pode quando não existem provas, mas a do Adriano podia…Hipocrisia, muitas vezes canalhice de gente que passou a vida fazendo jornalismo chapa branca e se arvora em ser arauto da moralidade.

Os argumentos que geralmente se seguem, tão enfadonhos, repetitivos e débeis são sempre os mesmos. Sob a capa de um jornalismo combatente e destemido, seguem aberrações. E mesmo algumas pessoas de bem, que me são tão caras, acabam embarcando. Porque não é admissível alguém justificar que “quando afeta a vida de atleta pode-se falar no privado, no que esse atleta faz”. Com a velha ressalva que sempre fiz, tirando quando ganha um selo público, seja registro policial ou coisa que o valha, não é admissível. Porque seja lá fruto do que for, ninguém tem direito de dizer que fulano não foi treinar por isso ou aquilo da vida privada se não tiver esse selo que a torna pública. Tem sim o direito e dever de mil vezes dizer que o sujeito não foi ao treino, de que não corre, de que atrasou. E ponto. O que aconteceu para isso não diz respeito a ninguém, salvo…

No fundo está mesmo a vergonha de si mesmo que esse tipo de jornalista-manja tem. Ter que olhar no espelho e se admitir um “manja”. Então, para facilitar, inventa que o faz porque “quando afeta o rendimento se justifica”. Tem direito sim. De dizer que está pior porque não treinou, atrasou. E ponto.
Existe ainda outra armadilha que gente do bem cai. Usada por outros por pura sordidez. A tal história de dizer que “parte dos rendimentos do atleta vem de direitos de imagem, e que por isso tem que ter a imagem…”.

Ora, a imagem deve render dividendos é a do sujeito em ação no seu trabalho. Fazendo gol, ponto, cesta, nadando…È essa que deve ser vendida. É como se eu fosse comprar um carro porque o Schumacher recomenda. A imagem que tem que me interessar se eu quiser comprar um carro que ele aconselha é a do piloto excepcional. Se eu quiser ir além disso, corro o risco de me ferrar. Portanto, não se pode falar em imagem além da do desempenho público do atleta, que afinal, é a que interessa mesmo. O que eles fazem na vida privada não me interessa. Gosto de Pelé demais pelo que ele foi como jogador. Compraria um rejuvenescedor indicado por ele porque faz sentido, olhando para ele, para a imagem que me interessa dele. Ou uma chuteira pelos gols que fez. Não necessariamente por suas posições e pela imagem de pai de família. A imagem que interessa de Pelé e rende a ele é a do atleta inigualável, e não a do pai de família.

Chegou-se a sordidez de se comparar o Caso Bruno com qualquer outro para justificar que se deve manjar. Ora, o caso Bruno, comprovado, é o que foge a qualquer comportamento padrão, em qualquer profissão. Aquilo que a sociologia batizou de “deviant”. E que nada tem a ver com qualquer outro.
Na época de Adriano, a hipocrisia era tão grande que pedi socorro ao Mestre e amigo Eduardo Galeano. Que me mandou alguns comentários, entre eles: “Os puritanos que os vigiam e os condenam são, em geral, medíocres cujo desafio mais audacioso, sua mais perigosa proeza, consiste em cruzar a rua com luz vermelha, alguma vez na vida, e isso tem muito a ver com a inveja que provoca o êxito alheio”. Lembrei de alguns desses manjas, tão exatos nessa definição!

Foram-se Adriano, Vagner Love…A fome manja segue insaciável. Precisavam arrumar outro para olhar pela fechadura. Com os mesmos argumentos. Agora é Fred, atacante do Fluminense. Mesmo lá, em 8 de março, eu cheguei a citar a manjada ridícula que deram em Fred por estar supostamente surfando. Agora é porque está na noite. E mais uma vez dirão que está justificado porque “afeta o desempenho”, porque “parte dos vencimentos vem da imagem”, etc. Mentira. Por trás, está uma incomparável falta de caráter e pudor. Mentiras esfarrapadas que não se sustentam.

Por sorte, ainda tenho alguns daquele Buena Vista para entrevistar. Sobreviventes de um tempo que os poderosos eram desafiados com o censor sentado na redação. Vai lavando a alma e dando para esquecer a sentença de Retamar, adaptada aqui para “o que pode ser um jornalista e o que somos os jornalistas” hoje. Mas que ninguém seja bobo de limitar a questão a crucificação só de uma classe. Ela só reflete uma sociedade que deixou 68 e aquele Jornal do Brasil para trás. Ainda falaremos aqui do JB que se vai. Oxalá fique o legado de algumas gerações que combateram o bom combate não para que brotassem “manjas” por todos os lados.

Perfeito!!!!

No fundo, o que esses jornalistas chuleiros querem é o mesmo que o Iônio quer por aqui: falar besteira, receber xingamentos e achar isso o máximo. Trollagem pura!  Vejam bem, vou focar no meu amigo colunista aqui do Blogols. Se um time está bem, ele diz que ainda está uma merda, se disputa uma final, ele se junta com outros “amigos” para secar, se perde, ele liga para zoar, mas perguntem a ele o que ocorreu quando o Flamengo foi campeão. Vou antecipar aqui: ele me ligou todo eufórico (ui…) eu dei-lhe os parabéns pela conquista, disse que foi merecido etc.. Ele ficou sem reação e a ligação foi curta. Quando o Flamengo foi eliminado da Taça Libertadores, mais uma vez, nem perdi meu tempo ligando para ele, ou mandando sms.

Isso tudo não combina com ato de SER TRICOLOR, se o adversário ganhou, vamos parabenizá-lo, se perdeu, deixe-o em paz. Isso é grandeza e só sendo tricolor para entender. Quando meu time vence, eu comemoro com os meus semelhantes. Tripudiar só do adversário direto, no momento da partida. E olhe lá!

A grande maioria das pessoas não vai concordar com isso, afinal de contas, a torcida do Fluminense não é tão grande. É a vida, certo? O que tem mais no mundo, lixo ou ouro?

Saudações tricolores!

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Atacante Fred continua sua batalha contra o péssimo jornalismo

Não gosto de cair em obviedades de torcedores revoltados, mas dessa vez foi demais. Que imprensa ridícula que nós temos, na boa. Vamos aos fatos.

Na tarde de hoje o site do Jornal Extra publicou uma foto do atacante Fred curtindo uma noitada com as gêmeas do nado sincronizado, Bia e Branca Feres. Segundo o jornal, o atacante foi visto perto da loja de sucos Balada Mix, na Barra da Tijuca e depois foi para o Scala, na Zona Sul do Rio.

Fred curtindo a noite

O puritano jornal, que já foi dirigido por Renato Maurício Prado, resolveu atacar mesmo. Disse que ano passado o atacante disputou 60 partidas e ficou fora de 39, sendo que 36 por lesões, todas comprovadas pelo competente departamento médico do Fluminense. Na boa, essa matéria só serviu para tentar dar argumentos para os ataques de Renato Maurício Prado, que arrastam há várias semanas.

Fred sai para tomar uma cervejinha pela Zona Sul do Rio ou Barra, ele está errado? O que esses recalcados acham de jogadores que curtem bailes em favelas rodeados de criminosos armados? O mundo está de cabeça pra baixo?? Estamos no universo paralelo???

Fred, como sempre, não deixou barato e ironizou:

Olá torcida do Fluzão,

Cá estou eu, mais uma vez, para dar satisfação da minha vida particular. Havia prometido a mim mesmo que não faria mais isso. Contudo, enquanto estou em fase de recuperação é até “divertido”, pois quebra a monotonia da rotina de tratamento – que, por sinal, dura de 10 a 12 horas diárias, sete dias por semana.

Aproveito a oportunidade para deixar aqui meus agradecimentos ao meu parceiro Carlos Soter, fisioterapeuta do clube, que, ultimamente, tem passado mais tempo comigo do que com a própria família.

Voltando ao assunto, hoje a imprensa publicou uma foto minha na comemoração do aniversário de um grande amigo. Como o próprio texto do Extra Online afirma, na última sexta-feira, estive no “Balada Mix, uma loja de sucos na Barra da Tijuca”.

O que o editor do veículo esqueceu-se de explicar foi onde eu estava com a mesma turma antes de chegar lá. Vou passar a informação por completo para este mal-informado: eu estava ali ao lado, mais precisamente no Barra Square (no Teatro dos Grandes Atores), assistindo à peça do grande tricolor Serginho Mallandro – que, vale destacar, é ótima. Quase morri de tanto rir. O cara é uma figura. Eu recomendo!

No dia seguinte, foi o aniversário de um amigo. Gente, deixemos a hipocrisia de lado e vamos falar abertamente. O dia em que um cidadão que é competente no que faz, que conquista a custa de muito suor o carinho e a admiração de milhares de pessoas, que tem a felicidade de possuir muitos amigos e que é responsável for obrigado a se privar da confraternização com uma pessoa que considera importante é melhor ele (no caso, eu) voltar aos tempos em que podia ir e vir sem ser reprimido. Ou então, da próxima vez, posso pedir para meu amigo mudar a data de seu aniversário para uma mais apropriada ao meu momento. Sem nexo, né?

Não costumo tornar públicas as ações beneficentes que sempre procuro fazer para ajudar ao próximo. Contudo, será que os senhores Renato Maurício Prado e Gilmar Ferreira ousariam publicar os donativos que enviei para uma cidade no Norte de Minas Gerais (um caminhão lotado de mantimentos) ou então as cinco bolsas integrais de estudo (mensalidade, material didático, uniforme e transporte, do ensino fundamental até o pré-vestibular) que doei para crianças carentes de comunidades cariocas? Ou será que realmente para eles notícia boa é notícia ruim ou inventada?

Digo inventada porque, no ano passado, quando sofri a lesão mais grave da minha carreira e corri o risco de nunca mais voltar a jogar futebol, o senhor Renato Maurício Prado teve a cara-de-pau de ir ao vivo no Redação Sportv dizer que sempre que me machuco corro para Belo Horizonte para me esconder debaixo da saia da minha mãe.

Para o seu governo, seu Jornalista-Debochado, perdi minha mãe quando tinha apenas nove anos de idade. Aqui vai um conselho: seja mais cuidadoso ao tratar dos assuntos que você se julga competente.

Na mesma época, o Gilmar Ferreira (do Extra) cometeu o disparate de inventar que surfei no dia do Fla-Flu. Que jornalismo é esse que permite atitudes irresponsáveis como essas? Sinceramente, não vou me render à inveja de alguns jornalistas recalcados. Graças a Deus, a maioria esmagadora da imprensa não se sujeita a este tipo de comportamento antiético.

No fundo, acredito que o que eles querem mesmo é desestabilizar o grande momento que o Fluminense atravessa. Lamento informar-lhes, mas vocês não vão conseguir.

Sem mais, saudações tricolores!

Sem mais, estou com o Fred nessa! Cada um se diverte como quer, não é mesmo, Adriano? Grande ídolo do time do Renato Maurício Prado…

Adriano e David Brasil

Adriano, na capa do O Dia

Adriano em uma festa reservada

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Fluminense apresenta o verdadeiro Mago, o meia Deco

Depois de uma irritante e longa novela, o Fluminense anunciou o meia Deco, como grande reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro 2010. Deco chegou ao salão do hotel Intercontinental, na zona sul do Rio de Janeiro, ao lado do presidente do Fluminense Roberto Horcades, do vice-presidente de futebol Alcides Antunes e do presidente da Unimed Celso Barros, viva Papai Noel.

Deco apresentado no Fluminense

Confira os principais trechos da primeira entrevista de imprensa concedida por Deco no momento de sua apresentação.

Agradecimento

- Quero agradecer ao esforço de todos por tentarem resolver minha situação. Para mim é uma responsabilidade grande voltar ao Brasil, muitos amigos me criticaram no início por acharem que não era o momento certo, mas eu tinha esta convicção e o Fluminense me abriu as portas e me quis desde o início. Temos um projeto sério e tenho a sensação de que serei muito feliz no Flu.

Contato com a torcida

- Espero que este contato seja bom, já fui bem recebido e espero que assim continue.

Qualidade do time

- Temos jogadores de muita qualidade, não só no ataque, mas também na defesa. Diguinho é um grande jogador, o Gum lá na zaga. Sempre lembramos do Fred e do Conca, pois são referências.

Ansiedade para estrear

- Estou ansioso para jogar, mas quem decide é o treinador e estou à disposição, pois ele é o meu chefe. Não vou forçar nada, estou aqui para receber ordens. No futebol existe uma história por trás do que você faz, mas é preciso estar provando estar bem a cada dia. Quero fazer o meu melhor e ajudar o clube a vencer.

Encerrar a carreira no Flu

- Penso fazer do Flu meu último clube sim. Primeiramente penso em jogar em alto nível por esses dois primeiros anos de contrato, depois vamos analisar isso. Sempre usei a camisa 20, só no Porto que mudei em determinado momento. Quando cheguei no Flu perguntei se alguém usava a 20 e eles me disseram que não.

Amizades no grupo

- Meu conhecido hoje no Flu é o Belletti, mas farei grandes amigos no Fluminense, pois o grupo parece ser muito tranquilo e centrado.

Seleção Portuguesa

- Portugal é muito importante para mim. Minha vida não tem sentido sem Portugal. Tudo que este país fez por mim foi muito importante e não esquecerei jamais. Quero manter minha base no Brasil, pois agora jogo aqui e minha vida é aqui, mas sempre guardarei Portugal no meu coração.

Principais adversários na luta pelo título

- Talvez nesse momento o Corinthians, pois é o que está mais próximo, mas não descarto São Paulo e Internacional, pois eles estavam em uma disputa importante, da Libertadores. Falta muita coisa para terminar o campeonato e não acredito que meus novos companheiros estejam em clima de oba oba.

O que pesou na volta ao Brasil

- O que pesou foi a vontade de voltar e as condições de trabalho de um time vencedor. Não vou mentir que a Unimed por trás dando garantias de que as coisas vão acontecer também ajudou. Quando o Muricy ficou ameaçado de sair balancei, mas me agradou o esforço que fizeram para ele ficar. Houve um investimento alto do Fluminense mas também houve da minha parte. Eu ganhava muito mais do que irei ganhar, mas tenho o desejo de jogar aqui. Não voltei por conta de dinheiro, mas sim pelo desafio, pois não preciso provar nada para ninguém, só para mim mesmo.

Sonho de jogar no Maracanã

- Tenho um sonho de jogar no Maracanã desde criança. Agora posso realizá-lo e espero agradar a todos. A ansiedade de jogar no estádio não acaba nunca apesar de ser bastante experiente. Quero ser feliz no Flu e sinto que isso irá acontecer.

Desafio de jogar no Brasil

- É um desafio jogar no Brasil e adoro desafios. Tenho que provar o que posso fazer e assim o farei. Vou tentar desfrutar o máximo de alegria, pois já não jogava com essa alegria lá fora. Não será uma dificuldade jogar no Brasil. Pelo que estou vendo as coisas se acertarão rapidamente.

Desejo de conquistar o Mundial de Clubes

- Na verdade depois da Eurocopa, o Mundial foi o pior título que perdi. No Brasil este título é o mais importante, por lá não. No Barcelona parecia que não estávamos preparados. Acho legal ter esta oportunidade no Fluminense, alias espero ter esta oportunidade.

Realização

- Já me sentia realizado e foi por isso que voltei. Faltava voltar ao Brasil e agora posso me dizer realizado. Espero realizar muitas coisas e que soa cabe quando conseguir ser campeão no Flu.

Família

- Minha família pesou demais, foi um dos maiores motivos, mas isso poderia acontecer nos próximos oito meses, mas sempre gostei de desafios e no Chelsea não sentia mais isso. No Flu terei essa oportunidade de conquistar sonhos.

Preferência por posição

- Neste momento vou dar satisfação ao meu treinador e ele decidirá o que vai fazer. Já joguei em várias posições e ele vai decidir qual será a melhor.

Liberação do Chelsea

- Foi difícil para o Chelsea. O meu treinador me ajudou por saber que queria voltar. Disse a minha vontade e o Flu entrou em contato com eles e nos acertamos.

Esperança de estar bem fisicamente

- Estou bem, mas agora é uma questão de entrar em campo e poder render. Não terei mais nenhum problema físico se Deus quiser.

Projeto social

- O Instituto Deco 20 é um sonho realizado, é um compromisso meu e uma das coisas mais importantes que realizei. O Celso Barros visitou o instituto e se emocionou com o nosso trabalho. Isso não pesou na hora de voltar, mas sim o prazer de me verem jogando com esta camisa do Fluminense.

Diferença entre futebol Europeu e o Brasileiro

- Não venho com o intuito de mudar nada, mas sim de jogar e tentar vencer. Tem muita coisa na Europa que não é tão boa assim, mas a imagem que se passa é essa. Se puder ajudar a melhorar um pouco o futebol brasileiro melhor.

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Notícias do Flamengo

Vinicius Pacheco, o importante é ajudar o grupo

Devido à falta de atacantes, Vinicius Pacheco tem jogado fora de sua posição de origem, para ajudar no ataque. Só que infelizmente isso não tem ocorrido. Vinha jogando como titular, mas no ataque. Agora estou brigando por uma vaga na minha posição de origem, que é o meio de campo. Hoje treinei desta forma, fiz o gol, e acredito que posso fazer o melhor para a minha equipe desta maneira”, observou o camisa 22, que ressaltou a importância de voltar de São Paulo com os três pontos.

Val baiano sonha em fazer o seu primeiro gol com o Manto Sagrado

Ainda fora de forma, o atacante espera acabar com o jejum de gols que assola o ataque Rubro Negro. Treinando há mais de um mês, ele acha que vai entrar melhor contra o Corinthians. Fiz gol contra o Corinthians quando atuava pelo Barueri e com certeza é um adversário especial e difícil de se jogar. Espero marcar novamente. Acredito que depois do primeiro gol virão outros. Tomara que a partida de domingo seja o início de uma trajetória para ser o artilheiro que todos esperam no Flamengo.

Jean ressalta a importância de não levar gols


Com o setor defensivo salvando o time, o zagueiro Jean acha que não levando gols poderá ajudar na classificação. O nosso pensamento sempre é a vitória, mas sabemos que não levar gols é fundamental porque, realmente, garantimos no mínimo o empate, o que não pode ser considerado um resultado ruim. Pontuar fora de casa é fundamental e todos sabem de suas funções e responsabilidades. O setor defensivo forte é fruto do empenho de toda a equipe”, disse o jogador, que apesar dos elogios, sabe que o time ainda pode evoluir em alguns aspectos.

Leandro Amaral e Renato Abreu só estreiam dia 22 de agosto

O técnico Rogério, fala da importância dos dois jogadores, e espera eles estarem melhor fisicamente, para lançá-los no time contra o Atlético-PR. O planejamento é de utilizá-los contra o Atlético Paranaense. O Leandro está bem fisicamente, o Renato, talvez, um pouco abaixo, mas estamos trabalhando os dois para a partida lá do Paraná”, explicou o técnico Rogério Lourenço. Vamos esperar a evolução destes jogadores. São quase duas semanas até o jogo contra o Atlético, mas talvez eles estejam prontos um pouco antes. O Leandro talvez possa atuar contra o Ceará. Mas ainda é muito cedo. Vamos aguardar.

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אורן יומטוב