Vasco x Fluminense em São Januário: você lembra quando foi o último?

No próximo sábado às 16h, em São Januário, Vasco e Fluminense duelam pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro 2017. Diante da enorme redução da quantidade de clássicos na Colina nos últimos anos, o duelo entre as equipes não ocorre no estádio vascaíno há um bom tempo. Você lembra quando aconteceu o último?

Foi em 2005! Na ocasião, o Vasco saiu vencedor por 2×0 com gols de Romário, artilheiro daquela edição do Campeonato Brasileiro (sendo o mais velho jogador a atingir tal marca, com os 39 anos que tinha naquele ano).

O jogo aconteceu na 38ª rodada (contando com 22 times, o torneio possuía 42 rodadas), no dia 13/11/2005. Para o mandante, comandado por Renato Gaúcho, o jogo valia para se afastar de vez dos times que brigavam contra o rebaixamento e ao mesmo tempo sonhar com uma vaga para a Copa Sul-Americana. Já os visitantes (por coincidência também treinados naquela ocasião por Abel Braga) vinham com esperanças de classificação para a Copa Libertadores (ainda possuíam chances matemáticas de título antes da bola rolar), dependendo apenas dos próprios resultados. Mas com apenas seis minutos de jogo, o Baixinho abriu o placar após converter penalidade máxima sofrida pro Wagner Diniz. No segundo tempo, nos acréscimos (48’/2ºT) o camisa 11 voltaria aparecer e decidiria a partida, após receber lançamento rasteiro de Têti e marcar oseu 18º gol no campeonato. Final: Vasco 2 x 0 Fluminense.

No fim, com 22 gols, Romário se tornaria o artilheiro daquele campeonato aos 39 anos. O Vasco nos últimos quatro jogos perderia para o Figueirense, venceria Paysandu e Paraná e empataria com o Atlético-MG, classificando-se para a Copa Sul-Americana de 2006. Já o Fluminense conseguiria o incrível feito de perder os quatro últimos jogos para Atlético-MG, Fortaleza, Juventude e Palmeiras, ficando em 5º lugar, também classificado para a Copa Sul-Americana.

 

VASCO 2 x 0 FLUMINENSE

Campeonato Brasileiro 2005 – 38ª rodada

Estádio de São Januário – Rio de Janeiro, RJ
Data e horário: 13 de novembro às 18:10

Árbitro: Márcio Resende de Freitas (Fifa-SC). Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto (SC) e Marco Antônio Martins (SC).

Renda e Público: R$ 137.180,00/ 15.386 pessoas

Cartões Amarelos: Amaral, Róbson Luiz, Wágner Diniz (VAS); Radamés, Arouca, Milton do Ó, Petkovic, Tuta (FLU)
Cartão Vermelho: Arouca (FLU);

Gols: Romário (pênalti), 6’/1ºT (1-0); Romário, 48’/2ºT (2-0);

VASCO: Roberto; Wagner Diniz; Fábio Braz, Luciano e Diego; Ives, Amaral, Abedi (Rubens, 47’/2ºT) e Morais (Rodrigo, 36’/2ºT); Róbson Luiz (Têti, 24’/2ºT) e Romário. Técnico: Renato Gaúcho.

FLUMINENSE: Kléber; Gabriel Santos, Milton do Ó e Lino (Marcelo, intervalo); Marcão, Arouca, Radamés (Alexandre, intervalo) e Petkovic; Leandro (Adriano Magrão, 33’/2ºT) e Tuta. Técnico: Abel Braga.

 

 

 

Ingresso do jogo – Fonte: Netvasco/Acervo Gabriel Moreth

 

 

 

 

 

 

 

 

maio 24th, 2017 by Igor Serrano | Sem Comentários »

Fado – Campeonato Brasileiro 2017 – Palmeiras 4 x 0 Vasco

Fado. 

Fadário, destino, sorte.Vaticínio, oráculo, profecia.

Canção popular portuguesa, dolente e triste; música e dança que acompanham essa canção.

14/05/17. O Vasco retorna ao Allianz Parque (onde pisou pela última vez em 2015 e saiu vitorioso: 2×0). Estreia no Campeonato Brasileiro contra o defensor do título, o Palmeiras, clube que nos últimos anos se reinventou (após também penar por duas vezes no inferno da segunda divisão) e hoje possui o décimo maior patrocínio do mundo. Sim, você não leu errado (http://veja.abril.com.br/placar/palmeiras-renova-com-a-crefisa-e-passa-a-ter-10-camisa-mais-valorizada-do-mundo/).

O Real Madrid na Europa, sempre teve a má fama de comprar todo mundo, ainda que não utilize os atletas. Dinheiro pelos lados do Santiago Bernabéu, desde que me entendo por gente, nunca foi problema. E no Palestra nos últimos anos também não vem sendo. No Palmeiras dos últimos anos, jovens revelações (Keno, Raphael Veiga, Hyoran, Luan), surpresas sul-americanas (Mina, Borja, Guerra) ou figurinhas carimbadas no cenário nacional (Edu Dracena, William, Zé Roberto, Michel Bastos) são incorporadas ao elenco com a mesma naturalidade com que o sol se põe.

Já o Vasco, a duras penas conseguiu sanar parte de suas dívidas nos últimos anos. Com apenas o patrocínio da Caixa Econômica Federal, fez um investimento modesto, dentro de suas possibilidades, em técnico e jogadores. No início da temporada o planejamento não deu certo com Cristóvão Borges. Veio então Milton Mendes, técnico detentor dos quatro níveis de licença de treinador da UEFA e ex-atleta do clube. Em pouco tempo a mudança foi notada em campo, ainda que as peças sejam essencialmente as mesmas, e que isso não queira dizer um futebol suprassumo.

A Taça Rio foi vencida com dificuldades contra o time reserva do Botafogo. Até o Vasco ficar em vantagem numérica, o placar era 0x0. Veio a semifinal do Estadual contra o Fluminense. Chances foram criadas no primeiro tempo e desperdiçadas (com destaque para a de Nenê, cara a cara com Diego Cavalieri). O Fluminense de tanto insistir acabou marcando. Uma…duas…três vezes. E poderia ter feito mais. O Vasco mesmo em desvantagem teve mais chances de diminuir a tragédia, mas não foi efetivo.

A propósito, que o Gigante da Colina ultimamente não tem vocação ofensiva, não é nenhuma novidade. Mas a dificuldade em colocar a pelota no fundo do barbante não vem de hoje, e sim dos últimos anos e diretamente ligada a fragilidade dos nossos elencos.

Em 2016, em 64 jogos foram 96 gols marcados. Em 2015, em 69 jogos foram apenas 79 gols. Vale lembrar: estes times ficaram marcados por gols em sua maioria oriundos de cobranças de faltas (cruzamentos) ou escanteios. E assim em 2015 fizemos a pior campanha do primeiro turno da história do Brasileirão e no ano seguinte jogamos pela terceira vez a segunda divisão.

Um time que faz poucos gols não necessariamente é um time ruim (o São Paulo tricampeão brasileiro com Muricy Ramalho cansava de ganhar de 1×0, por exemplo), mas para isso é preciso tomar poucos gols e ter um aproveitamento alto das chances que cria. Algo que o Vasco vem se especializando em NÃO FAZER. Contra o Fluminense, o Vasco teve boas chances quando o placar ainda marcava 0x0. Não converteu nenhuma. Hoje, contra o Palmeiras (que por conta da disparidade financeira acima citada criou um abismo técnico entre as equipes), o time não poderia se dar ao luxo de repetir a fórmula do insucesso.

Milton Mendes teve bastante tempo para treinar a equipe. Testou novas formações táticas. Nesse período, a zaga, que já vinha desfalcada de um dos titulares (vendido, por coincidência, vejam vocês, para o Palmeiras), sofreu mais um golpe. Não entremos no quesito extracampo (se Rodrigo era benéfico ou não, se realmente tinha alguma influência no vestiário, etc), mas a zaga que até o início do ano era a reserva, da noite para o dia virou titular e, o pior, SEM DISPUTA DE POSIÇÃO (chegamos ao ponto de, no Carioca, o volante paraguaio Julio dos Santos ser utilizado no setor). Hoje no banco de reservas não havia nenhum zagueiro. Embora o treinador tenha ensaiado um 3-6-1 (esquema muito utilizado por Renato Gaúcho na campanha da quase classificação para a Libertadores em 2006), optou por manter o 4-2-3-1 que vinha utilizando. Assim o Vasco foi a campo com: Martin Silva, Gilberto, Jomar, Rafael Marques, Henrique; Jean, Douglas, Matheus Vital, Nenê e Yago Pikachu; Luis Fabiano.

Mas, com apenas 4 minutos de jogo Jomar cometeu pênalti infantil. Jean cobrou e, apesar de Martin ter acertado o canto, marcou. O Vasco não se abalou com o gol sofrido e conseguiu se manter no jogo. Após bola mal afastada pela zaga palmeirense, Matheus Vital chutou colocado para boa defesa de Prass. Pouco depois, Douglas desarmou Guerra no círculo central e deu ótimo passe para Nenê pela direita. O camisa 10 vascaíno invadiu a área, com dois marcadores entre a sua perna esquerda e Luis Fabiano (Douglas que iniciou a jogada, também chegava para concluir). Poderia ter dado a bola para o atacante, melhor posicionado, mas optou por chutar com a perna direita e isolou a bola. Duas boas chances criadas, após ficar em desvantagem no placar. Nenhuma aproveitada.

Douglas, o nosso melhor e mais regular jogador desde o segundo semestre do ano passado, ainda testaria Fernando Prass com um chutaço de longe. Prass, no susto, quase tomou um frangaço. Três chances, nenhum gol.

O Palmeiras responderia com duas oportunidades na sequência. Primeiro Zé Roberto com um chute de fora da área, que desviou na zaga e foi para fora. Depois um chutão do zagueiro Mina acabou armando um contra-ataque para o veloz Borja, que deixou Jomar comendo poeira e se desequilibrou na sequênca. Guerra ainda pegaria a sobra e bateria cruzado, mas ninguém de verde apareceu para escorar dentro da área.

Não demorou muito e Jean recebeu bom passe pela direita e bateu cruzado, Martin Silva espalmou para o meio da área e Guerra apareceu livre para escorar e fazer Palmeiras 2 x 0 Vasco. O relógio marcava 41’/1ºT: O Vasco conseguiu tomar um gol no início e no final do primeiro tempo. Aí complica qualquer tipo de reação, certo? Não para Douglas, que do meio de campo faria ótimo lançamento para Pikachu na corrida passar às costas de Zé Roberto e sair cara a cara com Prass. O lateral/meia, entretanto, chutou em cima do goleiro, ao invés do canto. Quatro boas chances, nenhuma aproveitada.

Após bobeada de Prass e Jean, Douglas ainda apertou a saída de bola palmeirense, tomou e saiu cara a cara com Prass. O nervosismo bateu e o garoto, livre, mandou a bola no travessão. Cinco chances, nenhum gol.

A impressão que dava era de que o Palmeiras era um boxeador experiente e o Vasco um estreante. Não importa onde fossem os golpes cruzmaltinos, o Palmeiras sequer sangrava. Já os jabs palestrinos, sempre deixavam o cruzmaltino desnorteado. Até que no segundo tempo, as cordas começaram a fazer parte do jogo da cruz de malta. Veio o terceiro gol logo no início novamente (menos de 1 minuto jogado) e o quarto também próximo ao fim da partida (34′). Ainda poderiam ter saído outros, se não fosse a boa resistência e guarda proporcionadas por Martin Silva.

De se destacar, pelo menos, a postura de Milton Mendes, que mesmo vendo o planejado ruir, não abdicou de tentar ao menos empatar o jogo, não fazendo substituições para evitar uma goleada maior (colocou velocidade no ataque com Paulo Victor e Kelvin) e não tendo medo em sacar o medalhão Luis Fabiano (ainda que este tenha saído com a expressão de poucos amigos).

Que estamos ainda na primeira rodada do Brasileiro e logo de cara tivemos talvez o jogo mais difícil do campeonato, é certo. Assim profetizar qual será a sorte do Vasco nesta competição, neste momento, parece mero exercício de adivinhação. No entanto, há de se alertar: um time que marca poucos gols, desperdiça a maioria das (ou quase todas) chances que cria e atua com a zaga reserva como se titular fosse, parece destinado ao sofrimento. Torçamos para que este seja algo momentâneo, apenas uma estrofe necessária para no fim chegar aos solos e às palmas do sucesso. Pois de melancolia, o vascaíno está de fado cheio.

maio 15th, 2017 by Igor Serrano | Sem Comentários »

Vasco faz seu primeiro jogo no Brasileirão17 contra o Palmeiras no próximo domingo. Você lembra como foram as estreias dos anos anteriores?

No próximo domingo, às 16h, o Vasco estreia no Brasileirão 2017 contra o Palmeiras, no Allianz Parque. Você lembra como foi o desempenho vascaíno nas rodadas inaugurais do Brasileirão dos anos anteriores?

 

– 2015

VASCO 0 x 0 GOIÁS

Uma semana após a conquista do Campeonato Carioca, o Vasco empatou sem gols com o Goiás em São Januário. Em péssimo jogo, o placar traduziu fielmente o baixo desempenho técnico apresentado pelas duas equipes.

A partida marcou a estreia do terceiro uniforme da Umbro, após o retorno da marca inglesa ao clube.

VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Pablo Guiñazu, Serginho (Bernardo), Julio dos Santos e Dagoberto (Marcinho); Rafael Silva (Yago) e Gilberto. Técnico: Doriva.

GOIÁS: Renan; Everton, Felipe Macedo, Alex Alves e Rafael Forster (Péricles); Ygor, Rodrigo, Juliano e Felipe Menezes (Esquerdinha); Wesley (Lucas Coelho) e Bruno Henrique. Técnico: Hélio dos Anjos.

 

– 2013

VASCO 1 x 0 PORTUGUESA

Dirigido por Paulo Autuori, o Vasco estreou com vitória magra no Brasileiro 2013 frente à Lusa, em São Januário. O equatoriano Carlos Tenório foi o autor do solitário gol da partida. Na ocasião, o Cruzmaltino estreou os uniformes 2013 da Penalty, fornecedora da época.

VASCO: Michel Alves; Elsinho, Luan, Renato Silva e Yotún; Sandro Silva, Fellipe Bastos (Abuda – 24/2ºT), Dakson (Edmilson – 17/2ºT) e Alisson (Wendel – 28/2ºT); Eder Luis e Tenório. Técnico: Paulo Autuori.

PORTUGUESA: Gledson; Luis Ricardo, Lima, Valdomiro e Rogério; Ferdinando , Souza (Arraya – 36/2ºT), Correa (Moisés – 21/2ºT) e Matheus; Diogo e Romão (Henrique – 22/2ºT). Técnico: Edson Pimenta.

 

– 2012

VASCO 2 x 1 GRÊMIO

Em 2012, dirigido por Cristóvão Borges, o Vasco estreou, em casa, com vitória de 2×1 sobre o Grêmio de Vanderlei Luxemburgo, com gols de Fellipe Bastos e Alecsandro.

Em campo, embora estivessem jogando um time de azul e outro de branco, era o Gigante da Colina a equipe anil, graças ao terceiro uniforme lançado pela Penalty naquele ano (de layout semelhante ao templário de 2010, porém inteiramente azul – o que segundo a empresa se justificava por uma homenagem ao remo e ao mar, origens desportivas do clube).

VASCO: Fernado Prass, Allan, Renato Silva, Rodolfo (Rômulo 19’/2ºT) e Dieyson; Eduardo Costa, Nilton, Fellipe Bastos e Carlos Alberto; Wiliam Barbio (Juninho intervalo) e Kim (Alecsandro intervalo). Técnico: Cristóvão Borges.

GRÊMIO: Victor, Edilson, Saimon, Naldo (Leandro 28’/2ºT) e Pará; Vilson, Fernando, Marco Antônio e Marquinhos (Rondinelly 22’/1ºT); André Lima (Marcelo Moreno 20’/2ºT) e Miralles. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

 

– 2011

CEARÁ 1 x 3 VASCO

Com o foco nas semifinais da Copa do Brasil 2011, o técnico Ricardo Gomes escalou dez reservas (apenas Prass foi mantido) para a estreia do Brasileirão contra o Ceará, no Estádio Presidente Vargas. E deu certo. Bernardo foi o nome do jogo e, com dois gols, ajudou o time a vencer por 3×1. Jeferson fez o outro gol cruzmaltino e Cléber descontou para o time cearense.

CEARÁ: Adílson; Diego Macedo, Cléber, Diego Sacoman e Ernandes; Heleno, Eusébio, Murilo (Marcelo Nicácio) e Thiago Humberto (Geraldo); Sinho (Osvaldo) e Júnior Técnico: Vagner Mancini

VASCO: Prass, Fagner, Douglas (Chaparro), Jomar e Márcio Careca (Ramon); Eduardo Costa, Diego Rosa, Jeferson e Enrico (Max); Bernardo e Elton. Técnico: Ricardo Gomes.

 

– 2010

ATLÉTICO-MG 2 x 1 VASCO

Comandado interinamente por Gaúcho (após a saída de Vagner Mancini), o Vasco foi a Belo Horizonte para enfrentar o Atlético-MG, no Mineirão, e saiu derrotado por 2×1. Ricardinho e Muriqui (hoje no Vasco) marcaram e decidiram o jogo com menos de vinte minutos de partida, embora Elton ainda tenha descontado no segundo tempo.

ATLÉTICO-MG: Aranha; Coelho (Evandro), Werley, Jairo Campos e Leandro; Zé Luís, Correa, Fabiano (Carlos Alberto) e Ricardinho (Junior); Diego Tardelli e Muriqui. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

VASCO: Fernando Prass, Paulinho, Thiago Martinelli, Dedé e Ramon; Nilton, Souza, Magno (Léo Gago) e Phillipe Coutinho; Dodô (Caíque) e Élton. Técnico: Gaúcho.

 

– 2008

INTERNACIONAL 1 x 0 VASCO

Treinado pelo Delegado Antônio Lopes e contando com nomes como o goleiro-artilheiro Tiago, o meia Morais e os atacantes Alan Kardec e Leandro Amaral, o Vasco iniciou o Brasileiro de 2008 com derrota por 1×0 para o time reserva do Internacional, no Beira-Rio.

Curiosamente, no jogo do returno, com o time titular, o Internacional seria derrotado em São Januário por 4×0, com direito a um gol-contra bizarro do goleiro Clemer, ex-Flamengo.

INTERNACIONAL: Renan, Sidnei, Sorondo e Titi; Jonas, Pessanha (Marcão, 17’/2ºT), Derley, Ji-paraná e Andrezinho (Ricardo Lopes, Intervalo); Adriano e Iarley (Walter, 29’/2ºT). Técnico: Abel Braga.

VASCO: Tiago, Rodrigo Antônio, Eduardo Luiz (Villanueva, 35’/2ºT) e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Jonílson, Leandro Bomfim, Morais (Alex Teixeira, 15’/2ºT) e Madson (Pablo, Intervalo); Leandro Amaral e Alan Kardec. Técnico: Antônio Lopes.

 

– 2007

AMÉRICA-RN 0 x 1 VASCO

Comandado por Celso Roth, em sua primeira passagem pelo clube (substituíra Renato Gaúcho), o Vasco foi a Natal e estreou com vitória pelo placar mínimo. O autor do gol, o atacante André Dias, beijou sua própria canela na comemoração. Posteriormente descobriu-se que era uma homenagem ao ex-técnico Renato Gaúcho, que lhe teria dado o apelido de caneleiro.

O gesto de André Dias se repetiria na vitória por 3×1 sobre o Sport-PE, quando marcou dois gols, jogo que ficou marcado pelo milésimo gol de Romário.

AMÉRICA-RN: René; Edson Borges, Márcio Santos (Anderson Ataíde) e Robson; Eduardo, Joelan (Adriano Peixe), Marcos Alexandre, Souza e Márcio Goiano; Rogelio (Luciano Dias) e Geovane. Técnico: Lori Sandri.

VASCO: Silvio Luiz; Thiago Maciel, Jorge Luiz, Julio Santos e Guilherme; Amaral, Roberto Lopes, Renato (Junior) e Morais (Abedi); Alan Kardec (Conca) e André Dias. Técnico: Celso Roth.

 

– 2006

VASCO 1×1 INTERNACIONAL

Com Edilson Capetinha, Valdiram, Morais e Ramon Menezes responsáveis pelas ações ofensivas e Renato Gaúcho à beira do gramado, o Vasco estreou no Brasileiro 2006 empatando por 1×1 com o futuro campeão da Libertadores e do Mundial da FIFA daquele ano, o Internacional de Fernandão e Abel Braga.

VASCO: Cássio, Wagner Diniz, Jorge Luis, Fábio Braz e Diego; Roberto Lopes (13’/2ºT Abedi), Ygor, Morais e Ramon (24’/2ºT Faioli); Edílson e Valdiram (44’/2ºT – Ernane). Técnico: Renato Gaúcho.

INTERNACIONAL: Clemer, Ceará, Bolívar, Fabiano Eller e Jorge Wagner; Edinho, Perdigão, Tinga e Adriano; Fernandão (32’/2°T Rentería) e Rafael Sobis (19’/2ºT Márcio Mossoró). Técnico: Abel Braga.

 

 

Em 2015, em fraco jogo, Vasco não saiu do 0 com o Goiás em São Januário.

 

maio 12th, 2017 by Igor Serrano | Sem Comentários »

O estádio me faz voltar a ser criança 

Confrades tricolores, frequento estádios desde 1996, desde os longínquos anos sombrios. Faço parte da resistência que pegou o Fluminense pelas mãos e ajudou a não deixar acabar. Já bati muitas palmas para cada perna de pau que vocês mais novos nem podem imaginar. 
Conheci e frequentei o velho Maracanã, aquele de cimento onde a divisão da arquibancada entre as torcidas adversárias era feita pela PM com cordas e o nome popular era “neutra”. Apesar de ser um arquibaldo de raiz, já assisti a jogos nas antigas cadeiras, que eram de metais, e na finada Geral, o local do povo. 

Além do Maraca, já curti jogos em quase todos os estádios do RJ, alguns de São Paulo, Brasília, Minas e Espírito Santo. Ir a jogos sempre mexeu comigo, ao ponto de todas as vezes que entro no ex-Maior do Mundo, parece que é a primeira. É desse nível. 

Mas esse sentimento volta e meia esfria, seja por falta de tempo, ânimo, irritação com algo, etc. motivos não faltam. Mesmo assim eu não deixo de ir aos jogos, vou, mas não com aquela alegria habitual. 

Só que quando essa paixão volta é com força total! E é bem o momento atual. 

No ano passado eu conheci um grupo de amigos que tinha em comum o forte amor ao Fluminense, o gosto pela cerveja, a alegria e o bom humor. Eles tinham até nome: Fluchopp. Não são uma torcida organizada, mas um grupo de torcedores independentes e sem ligação política dentro do clube. Ahhh e que canta em português, com ritmo brasileiro. 

Me identifiquei e resolvi fazer parte. 

Hoje posso afirmar que tenho novos e bons amigos para celebrar os jogos do Fluzão. Me divirto, dou boas gargalhadas, comemoramos juntos, bebemos juntos e já até fizemos ações sociais. Somos uma família. E da paz! 

Quer colar com a gente no Fla x Flu? Compre seu ingresso para o setor Sul Inferior, entrada B e nos encontre no setor sinalizado com as setas vermelhas. 

Aos jogadores: joguem como bebemos!

abril 27th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Nem comemoro ao ganhar do Vasco 

Quando comecei a frequentar os estádios lá na década de 90 o Fluminense era um freguês absurdo do Vasco era meio que ir para o jogo e saber que iremos perder. Pouco importando se o nosso time era bom ou não. Eram tempos sombrios e de muita irritação para nossa torcida. Logo na sequência vieram os nossos trágicos rebaixamentos. E eles estavam nas cabeças ganhando o Campeonato  Brasileiro, Taça Libertadores e disputando o Mundial. 

Não tenho a mínima saudade dessa época. Só que hoje o jogo virou, né? Aquele Vasco da Gama que teve lampejos de grandeza ali pelo final da década de 90 e início da década de 2000, hoje virou um Bangu com perfume. Não assusta mais nenhum adversário, coleciona rebaixamentos e virou piada entre todos as outras torcidas. 

Nesse último jogo o Fluminense engoliu o Miúdo da Planície. Ficou barato o jogo ter terminado 3 x 0, cabiam no barato mais uns dois ou três gols. Nem consigo mais chamar o Vasco de adversário, tamanha a disparidade entre os dois clubes. Enfim… 

Wellington Silva e Lucas jogaram muita bola. Ao ponto do jogadores do Vasco perderem a cabeça. Um perdeu a cabeça de uma botinada no Wellington Silva e foi expulso, o outro tomou um lençol vergonhoso e viu seu time tomar mais um gol. 

Tá certo que o Vasco até ameaçou em alguns momentos do jogo, Mas foi muito pouco para um time que insiste em achar que é grande. E 80% do jogo ou mais o Fluminense dominou soberanamente. Não tem o que discutir.

Agora o Fluminense aguarda o Flamengo para disputar a final e o Vasco já está de férias. Sempre importante lembrar que Vasco e Botafogo são os times queridinhos da FERJ. Dessa vez não deu. 

Que venha o Fla x Flu! 

abril 25th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Vasco tem a chance de quebrar jejum de conquistas da Taça Rio no próximo domingo. Você lembra da última?

Após o empate em 0x0 com o Flamengo do último sábado, no Maracanã, o Vasco carimbou sua vaga na final da Taça Rio 2017. Taça esta que o Gigante da Colina não levanta desde o longínquo ano de 2004. Você lembra como foi?

 

O time comandado por Geninho (que atualmente treina o ABC-RN), tinha como referência o hoje auxiliar-técnico Valdir Bigode no comando do ataque (e a presença de Donizete Pantera no banco) e com gols do próprio Valdir e do meia Beto (ex-Flamengo), o Cruzmaltino venceu o Fluminense por 2×1 e levantou o caneco. Detalhe: o Fluminense era treinado por Ricardo Gomes (que anos mais tarde viria a conquistar a primeira Copa do Brasil da história do Vasco) e tinha o estrelado ataque formado por Roger, Edmundo e Romário, além de contar com Ramon Menezes no banco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 2 x 1 FLUMINENSE

Data: 04/04/2004
Campeonato Estadual 2004
Local : Estádio Do Maracanã (Rio De Janeiro – RJ)
Arbitro : Edílson Soares Da Silva
Público : 48.355
Gols : Valdir (Vasco 22/1ºT), Beto (Vasco 26/2ºT) e Romário (Fluminense 47/2ºT)

Vasco – Fábio, Claudemir, Wescley, Henrique, Víctor Boleta, Ygor, Coutinho, Rodrigo Souto (Júnior), Beto, Robson Luís e Valdir. Técnico : Geninho.

Fluminense – Fernando Henrique, Leonardo Moura, Odvan, Antônio Carlos, Júnior César, Marcão, Diego, Roger (Ramon), Alan (Alex), Edmundo (Marcelo) e Romário. Técnico : Ricardo Gomes.

 

 

 

abril 10th, 2017 by Igor Serrano | Sem Comentários »

Livro sobre a conquista da Copa do Brasil 2011 será lançado em maio

No próximo mês de maio, lançarei meu segundo livro, intitulado “Copa do Brasil 2011 – Norte e sul deste país!” (Editora Multifoco/Selo Drible de Letra). Nele abordo a montagem do elenco campeão, o turbulento ano que antecedeu o título e a passagem de quatro treinadores, todos os jogos da campanha, os uniformes utilizados, além de entrevistas com diversos personagens, que de alguma forma participaram do triunfo: jogadores (Eder Luis, Rômulo e Fellipe Bastos), comissão técnica (Ricardo Gomes e Cristóvão Borges), imprensa, sócios do clube e MC Charles, criador do “Trem-Bala da Colina“.

Convido todos para o lançamento, que acontecerá no Bistrô Multifoco (Av. Mem de Sá 126 – Lapa – Rio de Janeiro-RJ) no dia 16/05/17 (terça-feira), das 19h às 23h. O evento tem o patrocínio da Cariocas FC, que disponibilizou uma camisa oficial do Vasco para ser sorteada entre aqueles que adquirirem o livro no dia.

 

março 30th, 2017 by Igor Serrano | Sem Comentários »

As estreias dos últimos técnicos do Vasco

Milton Mendes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 1 X 0 MADUREIRA

Campeonato Carioca 2017 – Taça Rio – 3ª rodada

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 22 de março de 2017 (Quarta-feira) às 19h30(de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ). Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Gilberto Stina Pereira (RJ)
Público: 2797 pagantes
Cartões Amarelos: Andrezinho, Douglas, Gilberto (Vasco); Souza, Geovane Maranhão (Madureira)
Gol: VASCO: Yago Pikachu, aos 17 minutos do segundo tempo

VASCO: Jordi, Gilberto, Jomar, Rafael Marques e Henrique; Jean(Julio dos Santos), Douglas, Yago Pikachu e Andrezinho(Escudero); Nenê e Luis Fabiano(Thalles)
Técnico: Milton Mendes

MADUREIRA: Rafael Santos, Rodrigo Raggio(Ruan), Diego Guerra, Jorge Fellipe e Douglas Lima; Leandro Carvalho, William(Pirão), Resende e Luciano Naninho; Julio Cesar(Geovane Maranhão) e Souza
Técnico: Paulo César Gusmão

 

Cristóvão Borges

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 2 X 1 BARCELONA-EQU

Florida Cup Playoff – Quartas de final

Estádio: Central Broward Stadium – Lauderhill, Flórida (EUA)
Data: 15/01/2017 (domingo). Hora: 17h (Horário de Brasília/horário de verão) – 14h (horário local)

Árbitro: Andres Pfefenjorn (EUA). Árbitros Assistentes: Trent Vanhaitsma (EUA) e Anya Voigt (EUA)

Público e renda: Não divulgados
Cartões Amarelos: Alan Cardoso 21’/1ºT (VAS), Marcos Caicedo 39’/1ºT (BAR), Dario Aimar 43’/1ºT (BAR), Gabriel Marques 16’/2ºT (BAR), Luan 24’/2ºT (VAS) e Evander 33’/2ºT (VAS)
Gols: Washington Vera 21’/1ºT (BAR), Nenê (pênalti) 29’/1ºT (VAS), Rodrigo (cabeça) 38’/2ºT (VAS)

VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso (Henrique 5’/2ºT); Evander e Julio dos Santos; Escudero (Guilherme Costa, intervalo), Muriqui (Eder Luis, intervalo) e Nenê; Thalles (Éderson 20’/2ºT). Técnico: Cristóvão Borges.

BARCELONA-EQU: Maximo Banguera (Damián Lanza 21’/2ºT); Pedro Velasco (Tito Valencia 14’/2ºT), Xavier Arreaga (Jonatthan Mena, intervalo), Dario Aimar e Mario Pineida (Beder Caicedo 22’/2ºT); Oswaldo Minda (Richard Calderón 11’/2ºT), Gabriel Marques (Segundo Castillo 24’/2ºT), Washington Vera (José Caicedo 24’/2ºT) e Eryck Castillo (Jonatan Álvez 22’/2ºT); Ely Esterilla (Andy Casquete 27’/2ºT) e Marcos Caicedo (José Ayoví 15’/2ºT). Técnico: Guillermo Almada.

 

Jorginho

 

 

 

 

 

 

 

FLAMENGO 0 X 1 VASCO

Copa do Brasil 2015 – Oitavas de Final

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 19 de agosto de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Público: 34.840 presentes
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Assistentes: Rodrigo Henrique Corrêa (Fifa-RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Cartão Amarelo: Wallace, Márcio Araújo, Canteros, Emerson Sheik (Flamengo); Julio dos Santos, Riascos, Nenê, Anderson Salles, Rodrigo, Dagoberto, Serginho, Thalles (Vasco)
Cartão Vermelho: Wallace (Flamengo)
Gol: VASCO: Jorge Henrique, aos 12 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: César; Pará, Wallace, Marcelo e Jorge; Canteros, Márcio Araújo e Everton (Samir); Ederson (Jajá), Emerson Sheik e Paolo Guerrero
Técnico: Cristóvão Borges

VASCO: Martín Silva; Madson, Anderson Salles, Rodrigo e Christiano; Pablo Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos e Nenê (Jhon Cley): Jorge Henrique (Dagoberto) e Riascos (Thalles)
Técnico: Jorginho

 

Celso Roth

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 1 X 0 FLAMENGO

Campeonato Brasileiro 2015

Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data e hora: 28 de junho de 2015, às 18h30
Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC)
Auxilares: Kléber Lúcio Gil (SC) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Renda e público: R$ 1.154.950,00; Pagante: 14.010; Presente: 16.602 torcedores
Cartões amarelos: Serginho, Jhon Cley, Charles, Madson (VAS)
Gols: Riascos, aos 15 minutos do primeiro tempo (VAS)

Vasco: Charles, Madson, Rodrigo, Anderson Salles e Christianno; Guiñazu, Serginho, Julio César e Jhon Cley (Rafael Silva); Riascos (Thalles) e Gilberto (Lucas)
Técnico: Celso Roth

Flamengo: César, Luiz Antonio, Wallace, Samir e Anderson Pico (Alan Patrick); Jonas, Márcio Araújo e Canteros; Everton (Paulinho), Eduardo da Silva (Marcelo Cirino) e Emerson Sheik
Técnico: Cristóvão Borges

 

Doriva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FLAMENGO 1 X 0 VASCO

Torneio Super Series de Manaus 2015

Estádio: Arena da Amazônia Vivaldo Lima, em Manaus (AM)
Data: 21/01/2015 (quarta) e Hora: 22h (de Brasília/Horário de Verão); 20h (hora local)

Árbitro: Edmar Campos da Encarnação (AM). Assistente 1: Anne Kesy Gomes de Sá (AM)
Assistente 2: Marco dos Santos Vieira (AM). 4º Árbitro: João Batista Cunha de Brito (AM)
5º Árbitro: Weden Cardoso Gomes (AM)

Público: 21.915 presentes e Renda: Não divulgada

Cartões amarelos: Víctor Cáceres 21’/1ºT (FLA), Christiano 29’/1ºT (VAS), Anderson Pico 30’/1ºT (FLA), Arthur Maia 31’/1ºT (FLA), Montoya 41’/1ºT (VAS)
Gol: Éverton (FLA) 8’/2ºT

FLAMENGO: 48-Paulo Victor; 2-Léo Moura [cap] (21-Pará, intervalo), 14-Wallace [cap2], 4-Samir e 6-Anderson Pico; 5-Víctor Cáceres (8-Márcio Araújo, intervalo) e 20-Canteros; 29-Nixon (9-Alecsandro 17’/2ºT), 19-Arthur Maia (11-Lucas Mugni 17’/2ºT) e 22-Éverton (15-Luiz Antônio 34’/2ºT); 7-Marcelo Cirino (3-Bressan 43’/2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Reservas não utilizados: 37-César, 13-Marcelo, 33-Frauches, 16-Thallyson.

VASCO: 1-Martin Silva; 2-Jean Patrick (14-Nei 22’/2ºT), 4-Luan, 3-Rodrigo [cap2] e 6-Christiano (16-Henrique 24’/2ºT); 5-Guiñazú [cap] (18-Lucas 23’/1ºT) e 8-Sandro Silva (20-Julio dos Santos 17’/2ºT); 7-Bernardo (19-Marquinhos do Sul 12’/2ºT), 10-Marcinho e 11-Montoya; 9-Rafael Silva (22-Yago 12’/2ºT). Técnico: Doriva. Reservas não utilizados: 12-Jordi, 13-Anderson Salles, 15-Douglas Silva, 17-Jhon Cley, 21-Victor Bolt.

 

Joel Santana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 2 X 0 LUVERDENSE

Campeonato Brasileiro 2014 – Série B

Data: 09/09/2014, às 19h30 (de Brasília)
Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Marcos André Gomes da Penha (ES)
Auxiliares: Fabio Faustino do Santos (ES) e Edson Glicério dos Santos (ES)
Público: 7.438 / 8.582 e Renda: R$ 144.620,00
Cartões amarelos: Kleber (VAS) Jean Patrick e Léo (LUV)
Gols: Rodrigo, aos 18min do primeiro tempo; Maxi Rodríguez, aos 15min do segundo tempo

VASCO: Jordi; Diego Renan, Douglas Silva, Rodrigo e Lorran; Guiñazu, Fabrício, Jhon Cley, Maxi Rodríguez (Edmilson) e Douglas (Dakson); Kléber (Thalles)
Técnico: Joel Santana

LUVERDENSE: Gabriel Leite, Michel Bertasso (Clécio, depois Léo), Montoya, Braga e Paulinho; Jean Patrick, Carlão, Gilson e Samuel; Lê e Washington (Rubinho)
Técnico: Júnior Rocha

 

Adilson Batista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 2×1 CORITIBA

Campeonato Brasileiro 2013

Local: Moacyrz?o, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 2/11/2013, 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Renda e público: R$ 75.140 / 6.695 pagantes
Cart?es amarelos: Abuda, Edmilson, Wendell e Renato Silva (VAS) Leandro Almeida, Gil e Carlinhos (CFC)
Gols: Edmilson 25’/1?T (1-0) e 26’/2?T (2-0); Luccas Claro 37’/2?T (2-1)

VASCO: Alessandro, Fágner (Reginaldo 26’/2?T), Jomar, Cris e Yotún; Wendel, Pedro Ken, Marlone, Juninho (Abuda 18’/1?T), Francismar (Renato Silva – intervalo); e Edmílson – Técnico: Adilson Batista

CORITIBA: Vanderlei, Gil, Leandro Almeida, Luccas Claro e Carlinhos; Júnior Urso (Lincoln 39’/2?T), Willian e Alex (Deivid 31’/2?T); Geraldo (Vitor Junior 37’/1?T), Júlio Cesar e Robinho – Técnico: Péricles Chamusca

 

Dorival Junior

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 0 X 1 FLAMENGO

Campeonato Brasileiro 2013

Estádio: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Data/hora: 14/7/2013 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Grazianni Maciel (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia e Jakson Massarra dos Santos
Público pagante/renda: 61.767 pagantes / R$ 4.071.170,00
Cartões Amarelos: Sandro Silva, Wendel, Nei, Rafael Vaz (VAS); Cáceres (FLA)
Cartões Vermelhos: –

GOLS: Paulinho, aos 29′ do 1ºT (0-1);

Vasco: Diogo Silva, Nei, Renato Silva, Rafael Vaz e Wendel; Sandro Silva, Fellipe Bastos (Edmilson, no intervalo), Pedro Ken e Alisson (Dakson, no intervalo); Eder Luis e André (Tenório, aos 15’/2°T). Técnico: Dorival Júnior.

Flamengo: Felipe, Léo Moura, Wallace, González e João Paulo; Cáceres, Elias, Paulinho (Rafinha, aos 43’/2°T) e Gabriel (Val, aos 26’/2°T); Carlos Eduardo (Nixon, aos 19’/2°T) e Marcelo Moreno. Técnico: Mano Menezes.

 

Paulo Autuori

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OLARIA 0 X 0 VASCO

Campeonato Carioca 2013

Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 27/3/2013 – 16h (de Brasília)

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Jackson Lourenço Massarra dos Santos (RJ)

Cartões amarelos: Nei, Fellipe Bastos, Dedé, Dakson, Carlos Alberto (VAS) e Rafael, Erick, Leandrão, Assis e Victor (OLA)

OLARIA: Moreno, Lucas, Rafael, Cleberson, Erick Daltro (Ivan 36’/2ºT), Assis, Marco Aurélio e Victor; Erick (Lenine 21’/2ºT), Zé do Gol (Waldir 14’/2ºT) e Leandão – Técnico: Luiz Antônio Ferreira.

VASCO: Alessandro; Nei, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri (Elsinho 15’/2ºT); Sandro Silva, Wendel (Pedro Ken/Intervalo), Fellipe Bastos (Dakson 29’/2ºT) e Carlos Alberto; Eder Luis e Tenório – Técnico: Paulo Autuori.

 

Gaúcho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VASCO 1 X 0 AJAX-HOL

Amistoso

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 13/1/2013 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Renda/Público: R$ 181.390,00 / 5.247 pagantes

Gol: Wendel, aos 16’/1ºT (1-0)

VASCO: Alessandro (Michel Alves, aos 27/2ºT); Elsinho, Dedé (André Ribeiro, aos 27/2ºT), Douglas e Wendel (Dieyson, aos 14’/2ºT); Abuda (Pedrinho, aos 44’/2ºT), Jhon Cley (Guilherme, aos 27/2ºT), Carlos Alberto (Dakson, aos 23’/2ºT) e Pedrinho [cap] (Fillipe Soutto, aos 15’/2ºT); Bernardo (Romário, aos 23’/2ºT) e Thiaguinho (Marlone, aos 15’/2ºT). Técnico: Gaúcho

AJAX: Vermeer (Cillessen, no intervalo); Van Rhijn (Ligeon, aos 20’/2ºT), Moisander (Dijks, aos 20’/2ºT), Veltman e Blind (Denswil, aos 20’/2ºT); Christian Poulsen (Andersen, aos 20’/2ºT), Schone, Eriksen (Enoh, aos 20’/2ºT) e Sana (Lukoki, aos 20’/2ºT); Siem de Jong (Hoesen, aos 20’/2ºT) e Boerrigter (Babel, no intervalo) (Sigthórsson, aos 33’/2ºT). Técnico: Frank de Boer

 

Marcelo Oliveira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CRUZEIRO 1 X 1 VASCO

Campeonato Brasileiro 2012

Estádio: Dilzon Melo, Varginha (MG)
Data/hora: 16/9/2012 – 16h (de Brasília)

Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Bruno Boschilia (PR)

Gols: Renato Silva (contra), 3′ 1’º/T, (1 a 0), Nilton, 27′ 1º/T (1 a 1)

Cartões amarelos: Wellington Paulista, Leandro Guerreiro, Élber, Everton (CRU); Renato Silva, Nilton (VAS)

CRUZEIRO: Fábio, Ceará (Lucas Silva, intervalo), Mateus, Thiago Carvalho e Everton; Leandro Guerreiro, Charles (Souza, 32′ 2º/T), Tinga e Montillo; Wellington Paulista e Wallyson (Élber, 23′ 2º/T). Técnico: Celso Roth.

VASCO: Fernando Prass, Jonas, Dedé, Renato Silva e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto (Jhon Cley, 16′ 2º/T), Eder Luis e Tenório (Romário, 13′ 2º/T) . Técnico: Marcelo Oliveira.

 

 

*Não foram considerados trabalhos interinos de Valdir Bigode, Jorge Luiz e Gaúcho**  neste cômputo.

**Gaúcho por exemplo assumiu mais uma vez o time interinamente após a saída de Marcelo Oliveira, nas últimas quatro partidas do Campeonato Brasileiro de 2012, mas foi efetivado como técnico para a temporada 2013. Se considerássemos a sua primeira partida logo após a saída de Marcelo Oliveira, esta seria o empate em 1 x 1 com o Atlético-MG, em São Januário no dia 11/11/12.

 

 

março 29th, 2017 by Igor Serrano | Sem Comentários »

A noite onde o dançarino dançou. 

Já se tornou tradição na miudolândia as comemorações do Jair Ventura após os gols. É engraçado e divertido, preciso confessar. É muito melhor que aqueles técnicos mal humorados. 

Enfim…  o que me interessa é quando ele comemora contra o Fluminense. E ontem ele se deu muito mal! Hahahahahahahaha 
A cada gol do Botafogo ele se soltou, dançou e debochou. Eu fiquei puto e torci fortemente pela virada. Deu certo e o placar fechou em 3 x 2 pro Fluzão! Jair Ventura surtou, reclamou muito e foi expulso! Eu ri pra caramba e me senti vingado. 

Mas de boa…  continua, Jair! Isso é divertido e faz parte da essência do futebol. 

março 24th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

Separados por um Projac 

Já repararam que o Jair Ventura é a cara do Rodrigo Sant’Anna? Recebi num grupo de Whatsapp e faz muito sentido. 

março 24th, 2017 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

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