Esse ano eles pagam a série B!

Ontem em jogo disputado pela Copa do Brasil o querido Club de Regatas Vasco da Gama mostrou o seu verdadeiro futebol!

A campanha farsante do título Carioca deixou alguns torcedores fora da realidade do decadente futebol Carioca.

O elenco do Vasco tem qualidade para não cair e apenas isso!

O que me conforta é olhar para o lado e ver que tem comediantes ou coisa pior que meu querido e amado Vasco da Gama.

Comediante 1:

Os mulambos sonham com contratações que até Deus dúvida. Robinho, Guerreiro…rs! Caiam na realidade.

Comediante 2:

***Só comento sobre times da mesma divisão.  

Comediante 3:

Sem seu principal patrocinador, para possíveis contratações, o tricolor carioca mostra que está entregue às baratas!!!

Diretoria sem planejamento, contratação de jogadores com duvidosa qualidade técnica e essa troca de comando do time mostra que o pó de arroz está agonizando.

Acho que dessa vez irão pagar sua dívida com o futebol canarinho!

Triste!

Triste mesmo por ter uma enorme saudade de quando o futebol Carioca era brilhante e referência do cenário nacional e mundial.

Acorda cartolagem do futebol CARIOCA, pois se não em breve teremos clássicos e mais clássicos para animar a série B.

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maio 21st, 2015 by Fabio Simões | Sem Comentários »

O futebol Sul Americano só afunda!

Tudo na América do Sul está afundando, e não poderia deixar de acompanhar os governos populistas, o futebol. A Libertadores é conhecida como uma competição violenta, em campos medíocres, e organizada por uma entidade corrupta e imoral. Não é de hoje que assistimos a cenas de violência em campos sul americanos, nunca vou me esquecer da final do Flamengo contra o Cobreloa, onde jogadores entraram com pedras na mão, e nada aconteceu.

Agora, para completar, a CONMEBOL, quer abrir mão de uma vaga para a Copa do Mundo, em benefício de Boca Juniors, que pela milésima vez causou transtornos ao adversário no seu estádio ( La Bombonera). Se fosse na Europa, esse estádio já teria sido eliminado para sempre, por protagonizar cenas de violência em competições Sul Americanas.

O pior, é que eles tem o apoio de entidades como a CBF, que também é conhecida por ter dirigentes envolvidos em casos de corrupção. Por essas mazelas, é que o futebol daqui está cada vez pior, e as crianças estão torcendo por clubes europeus, sem se identificar com os grandes clubes.

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maio 19th, 2015 by Iônio Freire | Sem Comentários »

Fluminense passou vergonha em Brasília

Amigos tricolores… que tragédia nós vivemos ontem no Distrito Federal… Como bem disse o comentarista Juninho Pernambucano, pareciam times de divisões diferentes. Triste, mas total verdade.

Foi um jogo para deixar a torcida de cabelo em pé de tanta preocupação. Ficamos o primeiro tempo inteiro sem ameaçar o gol do Atlético-MG. Um time do tamanho do Fluminense nunca pode se prestar a esse papel.

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O que mais me assustou foi a apatia do time. Ninguém em campo parecia ter vontade de jogar ou disposição para querer reagir. Algo muito estranho está ocorrendo nos bastidores e precisa ser resolvido logo.

Uma goleada por 4 x 1 sempre será uma tragédia. Se nós nos acostumarmos a isso, o Fluminense morreu.

Ricardo Drubscky não está preparado para comandar um time grande, o elenco atual não tem qualidade para vestir a camisa do Fluminense e essa diretoria é a mais fraca e repugnante em décadas. É um barco sem comandante, vela e bússola, totalmente à deriva.

Hoje caminhando pelo Leblon eu avistei Abel Braga conversando com populares e com uma sacola na mão. Está acompanhando tudo de camarote num momento em que deveria estar à beira do campo e comandado o Fluminense. Engulam o orgulho, mandem essa aposta equivocada embora e contratem alguém que entenda o que é treinar um clube da grandeza do Fluminense.

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É hora de agir, Peter e FluSócio… Depois será tarde demais.

maio 19th, 2015 by Carlos Alberto | Sem Comentários »

O que será, que será?! – Times cariocas e o (precoce) prognóstico no Brasileiro15

E lá se foram duas rodadas dos Brasileiros da série A e B…

Na A, o Vasco empatou suas duas partidas sem fazer e sem levar gol. O Flamengo perdeu na estréia para o time reserva do São Paulo no Morumbi e empatou no Maracanã com o Sport, depois de estar perdendo por 2 a 0 e só chegar ao empate quando Diego Souza foi para o gol. O Fluminense venceu na estréia o Joinville, no Maracanã, com um gol no apagar das luzes, e foi massacrado pelo Atlético Mineiro em Brasília por 4 x 1.

Na B, o Botafogo venceu pelo placar mínimo na estréia, fora de casa, contra o Paysandu e bateu com facilidade o CRB no Estádio Nilton Santos por 4 x 1.

Duas rodadas jogadas. Os times cariocas da série A não figuram nas primeiras colocações. Seria uma surpresa ou algo normal? Analisemos.

Torcedor que é torcedor, deve saber separar (por mais difícil que seja) a paixão pelo seu time na hora de analisa-lo. O problema é quando se torce sendo jornalista…

Antes do Campeonato Carioca começar, os “especialistas” eram unânimes em decretar Flamengo e Fluminense como os favoritos ao título! Veio o campeonato e o que se viu foi bem diferente.

Antes que venha aquele papinho batido de “O Império da FFERJ contra ataca x Os rebeldes Fla-Flu” (lembrado pelo Iônio Freire em seu post hoje), vale lembrar: não foi a FFERJ que impediu o Flamengo de vencer o Nova Iguaçu para ser o campeão da Taça Guanabara e levar a vantagem para as semis, tampouco foi a FFERJ que contribuiu para o ataque rubro negro não conseguir marcar um gol sequer em 180 minutos jogados contra o Vasco. Mas a FFERJ, sim, fechou os olhos para o erro escandaloso favorável ao Flamengo contra o Madureira e tratou como normal o gol impedido de Alecsandro contra o Volta Redona. Se esses pontos (conquistados com erros da arbitragem) não fossem computados, qual seria a colocação do time da Gávea ao término da primeira fase do certame local?!

Oportuno lembrar também que não foi a FFERJ que escalou o time do Fluminense ao longo de todo o campeonato (que, segundo o nove tricolor, tem que acabar), fazendo com que a classificação para a semifinal só saísse graças a um gol contra, diante do Madureira, no último jogo e perto do término da partida. Ah! Também não foi a FFERJ que ensinou Diego Cavalieri a bater tiro de meta no lugar de uma penalidade máxima.

Criatura e criador, filho e pai, Flamengo e Fluminense ficaram com o tempo livre de um mês de preparação (“inter-temporada“) para o Brasileiro. Seus treinadores, ao contrário de Botafogo e Vasco, tiveram tempo necessário para corrigir as deficiências, até então apresentadas, e fortalecer as equipes para um maior nível de exigência.

E o que aconteceu durante esse período na imprensa esportiva? Mesmo com o pífio desempenho no Carioca, os “isentos” especialistas continuavam a apontar os times como favoritos no Brasileiro. Vale a pena escutar o programa “Enquanto a bola não rola” da Rádio Globo de dois domingos atrás para confirmar isso. Duas rodadas se passaram e o foco não é “Flamengo e Fluminense com futebol ruim”, mas TIMES CARIOCAS em má fase. Tem que colocar todo mundo para baixo, certo?! Mas analisemos o Vasco, antes que você comece a me chamar de tendencioso.

O Vasco voltou da série B e contratou quase dois times de novos atletas. Trouxe um novo treinador que, em pouco tempo, conseguiu dar um padrão de jogo à equipe. As contratações foram feitas de acordo com a nova realidade do clube (sem aventuras de contratações bombá$tica$ que em pouco tempo sairão por via judicial, sem receber e onerando ainda mais os combalidos cofres cruzmaltinos) de forma que o clube contrate quem tenha condiçõe$ de pagar. E em dia. O título carioca foi bom? Sim, claro! Mas não coloca o Vasco no mesmo nível de exigência de Flamengo e Fluminense, que possuem elencos mais caros (procure no time vascaíno quantos jogadores recebem vencimentos proporcionais à Alecsandro, Marcelo Cirino, Fred e Jean) e que jogam há mais tempo juntos (no caso do Flamengo e da espinha dorsal do Fluminense).

Qual foi o grande mérito do time do Vasco campeão carioca? A consistência defensiva. Quantos gols tomou o Vasco em duas rodadas do Brasileiro? Nenhum. Isso é demérito? O time do Vasco está tão ruim assim? Óbvio que vencer é sempre melhor que empatar, mas um time que não perde e não toma gols (ou toma poucos) não pode ser banalizado como um time ruim (lembrem do São Paulo de Muricy tricampeão brasileiro). É um time em construção e que tem na defesa seu ponto forte. Precisa melhorar a parte ofensiva, óbvio. Mas daí já decretar o seu virtual novo rebaixamento?! Acho um exagero absurdo. Tal como a tentativa em diminuir a conquista estadual do Vasco apoiada em uma bravata sem fundamento da “ajuda da FFERJ”.

E o Botafogo? O Botafogo não tinha nenhuma expectativa em chegar a final do Carioca no início da competição. A preocupação de um time grande em uma temporada que joga a série B sempre deve ser o retorno à elite. Renê Simões merece reconhecimento por em pouco tempo conseguir tornar o time, com muitas modestas caras novas, competitivo e vencer Flamengo (1×0) e Fluminense (2×1), times com elencos mais caros que o seu. Chegou à final contra o Vasco. Não conquistou o título, mas saiu do Carioca confiante para o seu objetivo principal da temporada. As duas vitórias em dois jogos na Série B confirmam isso. Parece ter redescoberto o futebol de dois antigos conhecidos dos grandes clubes nacionais: Lulinha e Daniel Carvalho. Que o time de General Severiano mantenha os pés no chão e não esqueça que terá pela frente uma das edições mais difíceis da Série B de todos os tempos (Bahia, Vitória, Náutico, Santa Cruz, Ceará, Paysandu, Criciúma, América Mineiro…).

E os especialistas? Se algum deles souber os números do próximo sorteio da Mega Sena, estou à disposição.

Fonte: Globoesporte.com; Sportv.com; odia.ig.com; zimbio.com

Fonte: Globoesporte.com; Sportv.com; odia.ig.com; zimbio.com

 

 

 

maio 18th, 2015 by Igor Serrano | Sem Comentários »

O jogo que eu vi.

Fluminense e Atlético Mineiro duelaram pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O time de Minas Gerais voltava da então eliminação da Taça Libertadores da América 2015 e o Fluminense vinha de uma estreia vitoriosa pelo placar não mentiroso de 1 x 0 contra um potente e reestreante Joinville na primeira divisão do Brasileirão.
A partida no Estádio Nacional das pernas tortas, o Mané Garrincha já chegava então no limite para o término do jogo, aos 43 minutos do segundo tempo, quando o Fred, de cabelos cortados e sem nenhuma costeleta, foi derrubado na área pelo esguio zagueiro e capitão da camisa número 3, Leonardo Silva.
A penalidade máxima foi corretamente marcada. O lance foi passado e repassado pelo canal de televisão e com o avanço tecnológico nas transmissões dos jogos pudemos ver o lance quase que “frame a frame”, o jogador do Tricolor sendo deslocado pelo zagueiro do Galo em franca subida para um cabeceio frontal, uma marca legítima do artilheiro da camisa 9. Além do que, o lateral direito Wellington Silva avançou muito bem, pasmem, pela ponta de ataque ao lado direito e acertou miraculosamente, um forte cruzamento de muitas jardas que corretamente chegaria ao centroavante do clube carioca tantas vezes campeão, que se colocava primorosamente entre os dois defensores adversários.
Fred como de habitual postura, se levantou e pegou a bola, ficou aguardando o desfecho da pseudo e também desinteressante confusão que se formou com o robusto árbitro da partida Anderson Daronco. Após alguns poucos minutos, a bola foi colocada na marca apropriada para a tal cobrança penal. O jogador tomou uma distância de mediana para curta, mostrou seriedade em seu rosto, o goleiro adversário tentou de maneira frustrada dar uma “piscadela” com o olho esquerdo para desconcentrar o atacante, sem sucesso, o mesmo correu em direção a bola e de pé direito fez uma cobrança rasteira, forte, elegante, deixando o goleiro Víctor esticado, caído no lado correto do certeiro tiro, sem mais nada para fazer. Uma cobrança maiúscula, mas uma cobrança de penalti sensacional, deixando o capitão tricolor com 105 gols em Brasileiros atrás somente do incansável e imparável Paulo Baier com 106!
A alegria no torcedor tricolor era notória no quase meio cheio estádio candango, que sorria e comemorava com uma supimpa euforia o tento alcançado e ainda teve a sua felicidade singela e humilde transmitida em rede nacional.
Fim de jogo, o Fluminense fez uma linda cobrança de penalti aos 43 minutos do segundo tempo e o placar registrou 1 x 4 para o Fluminense Football Club, segura esse ano que eu quero ver!

maio 18th, 2015 by Leonardo Pomposelli | Sem Comentários »

Times cariocas brigarão para não cair?

O domingo foi terrível para os times do Rio. O Flamengo mostrou mais uma vez suas deficiências, em mais uma atuação pífia, empatando com o Sport em pleno Maracanã. Não tem desculpa de pré temporada mal feita, falta de tempo para treinar, nem cansaço, NADA! O time é ruim e ponto. Agora, o Luxemburgo está devendo uma armação tática nesse time, que não tem padrão nenhum de jogo. A defesa tomou 2 gols ridículos, com os jogadores do Sport entrando pelo meio tabelando, isso é inadmissível.Bom, vamos aguardar os tão falados reforços para ver se as coisas melhoram.

Com times bem abaixo da média, o Rio está perigando fazer uma campanha horrorosa nesse brasileirão.Com atuações bisonhas, os cariocas ocupam as últimas colocações, com chances claras de lutar para não cair,porque a perspectiva de melhora nos elencos são poucas.O Fluminense foi goleado, o Flamengo quase perdeu em casa, para um time pequeno, e o Vasco não sai do 0x0 ( não tem mais a FFERJ para ajudar).O futebol brasileiro em geral está horrível, mas o Rio não poderia estar nessa situação.

maio 18th, 2015 by Iônio Freire | Sem Comentários »

Mais um degrau – Botafogo 4 x 1 CRB – Brasileirão Série B 16/05/2015

Sábado, 16 de maio de 2015, no dia em que o maior ídolo alvinegro, Nilton Santos, completaria 90 anos de vida, por um “acaso” jogaríamos contra o possante CRB No estádio Nilton Santos. Homenagens, fogos, gritos, aplausos, tudo lindo, porém não podemos esquecer que apesar das comemorações merecidas, ainda iria acontecer um jogo de segunda divisão. Exatamente, de segunda divisão, daqueles que a agente se pergunta porque estamos assistindo e a resposta não vem…

O time veio dessa vez com algumas mudanças, como DanCa (Daniel Carvalho) e Sassá de titulares. Rene mandou bem, apesar de DanCa não estar na sua melhor forma, é disparado nosso melhor meia. Primeiro tempo meio estranho, muito corrido com chances dos dois lados, mas o Botafogo jogava em casa, e depois de um cruzamento de Sassá, Bill fez o dele. Isso mesmo, você leu direito, Bill.

Segundo tempo começa, tudo na mesma e eis que Lulinha (mito, herói corintiano) entra no jogo, e no primeiro lance quase faz de cabeça. No segundo lance o goleiro do CRB simplesmente entrega a bola para ele, que faz o segundo gol alvinegro. Aí virou festa, veio o terceiro, e o quarto em mais uma belíssima falha do goleiro. Tudo resolvido, agora era so esperar o tempo passar e continuar as comemorações. Todavia, não esqueçamos que estamos falando de Botafogo, então o poderoso Pimpão, vai brigar por um lateral e é expulso, isso mesmo, expulso (aplauso para ele). Com um a mais o CRB foi para cima e com isso Rene teve que colocar o Camacho no lugar do Marcelo Mattos que já tinha cartão amarelo. Com dois minutos em campo, já deu para perceber porque esse Camacho saiu do Flamengo. Em uma falta de atenção dele e do Carleto (Deus nos livre desse ai), o CRB fez o dele.
Tirando esse susto, mais nada aconteceu, mas algumas lições foram aprendidas. Pimpão por exemplo merece uma multa (ou uma surra, tanto faz), precisamos de um finalizador, camisa 9, um volante brigador e de técnica razoável, Daniel Carvalho tem vaga de titular mas precisa melhorar fisicamente, Lulinha teve estrela e Elvis voltou a ser relacionado. O time está se arrumando, mas ainda é bem feio. Espero apenas uma volta tranquila a elite do futebol nacional, mais nada. Porque se for para torcer fervorosamente, e capaz de ter um infarto.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 4 X 1 CRB

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 16 de maio de 2015 (sábado)
Horário: 16h30 (de Brasília)
Público: 10.500 pagantes (12.535 presentes)
Renda: R$ 319.850,00
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (MS)
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Claysson Vieira de Morais (MS)
Cartões amarelos: Rodrigo Pimpão, Marcelo Mattos, Carleto, Willian Arão, Elvis (Bota); Clebinho, Gleidson Souza (CRB)
Cartão vermelho: Rodrigo Pimpão (Bota)

Gols: BOTAFOGO: Bill, aos 16 min do 1º tempo; Lulinha, aos 9, e Willian Arão, aos 16, Elvis, aos 21 min do 2º tempo
CRB: Fernando, aos 31 min do 2º tempo

BOTAFOGO: Jéfferson, Gilberto, Renan Fonseca, Diego Giaretta e Carleto; Marcelo Mattos (Guilherme Camacho), Willian Arão, e Daniel Carvalho (Elvis); Sassá (Lulinha), Rodrigo Pimpão e Bill; Técnico: René Simões

CRB: Júlio César, Paulo Sérgio, Daniel Marques, Audálio e Gleidson Souza; Glaydson Almeida (Fernando), Olívio, Leandro Brasília (Gerson Magrão) e Clebinho (Kenedy); Maxwell e Daniel Cruz; Técnico: Alexandre Barroso

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maio 17th, 2015 by Francis Spike | Sem Comentários »

O médico e o monstro – Figueirense 0 x 0 Vasco – 2a. rodada Campeonato Brasileiro 2015

O médico e o monstro” é o título do famoso livro lançado por Robert Louis Stevenson em 1886, que narra a rotina do pacato Dr. Jekyll que, à noite, se transforma no furioso e violento Mr. Hyde, promovendo o debate do que há de melhor e pior (bem e mal) numa mesma pessoa. Este livro não poderia ser melhor analogia à performance do Vasco em mais um empate pelo Campeonato Brasileiro 2015. Desta vez, fora de casa, contra o Figueirense: primeiro tempo excelente e um segundo tempo pavoroso. Um primeiro tempo Dr. Jekyll e um segundo tempo Mr. Hyde.

No primeiro tempo, com um Vasco diferente (em disposição e entrega, embora com a mesma escalação) do que enfrentou Goiás, o goleiro Alex do Figueirense certamente poderia ser eleito o goleiro da rodada, tendo em vista a quantidade de boas defesas que fez. Com menos de dois minutos jogados, Julio dos Santos (como sempre) encontrou Madson na direita. O lateral cruzou na medida para Rafael Silva, na marca do pênalti, cabecear firme no meio do gol para a defesa de Alex.

Pouco depois o time da casa respondeu e Everaldo, de letra, obrigou Martín Silva a também fazer grande defesa. Não satisfeito, o Figueirense ainda teve outra boa oportunidade aos sete: Clayton recebeu dentro da área, deu um chapéu em Rodrigo e, sem deixar a bola cair, emendou um voleio para outra boa defesa do goleiro vascaíno. Tirando esses dois sustos iniciais, o Vasco fazia boa partida: não dava muitos espaços na defesa e tinha mais posse de bola. Serginho, entretanto, destoava dos companheiros. Afoito, forçava muitos passes desnecessários, errando mais do que o comum.

Aos vinte e nove minutos, Julio dos Santos acionou Christiano na esquerda. O lateral fez boa jogada, venceu o marcador na corrida e cruzou na medida para Rafael Silva, dentro da área. O herói do título carioca demorou a definir o lance (se enrolou com a bola ao tentar domina-la) e acabou chutando por cima do gol (com desvio no zagueiro adversário).

Sete minutos depois (35′), novamente Christiano. Ele, ainda na defesa, aciona Dagoberto, que devolve para o camisa 6 no ataque. O cruzamento visando Gilberto, centralizado entre os zagueiros do Figueirense, ocorre. Gilberto, de primeira, bate para o gol. No alto, mas no meio do gol. Alex espalma para escanteio.

Aos trinta e nove, Dagoberto em jogada individual arriscou de fora da área e quase marcou um golaço. A bola tinha o endereço do ângulo direito do goleiro Alex, que novamente colocou para escanteio.

Dois minutos depois (41′), mais uma chance clara para o Vasco. Gilberto arriscou chute de fora da área. A zaga do time catarinense interceptou no meio do caminho. Rafael Silva ficou com a sobra, cortou a marcação e chutou (fraco) de canhota. Alex, novamente, fez a defesa. O primeiro tempo termina com o placar inalterado apesar da cinco claras chances de gol desperdiçadas pelo Vasco.

Para o segundo tempo, o técnico Argel Fucks arrumou seu time e o Figueirense começou a marcar a saída de bola vascaína. Com Guiñazu e Serginho (muito mal) à frente da zaga e dependente dos passes de Julio dos Santos, o Vasco logo se tornou presa fácil. Os laterais pararam de subir. Dagoberto (que até fez um bom primeiro tempo) parou a armação e o Figueirense começou a desperdiçar claras chances de gol, uma atrás da outra.

A substituição a ser feita, em razão do que era apresentado pela equipe cruzmaltina, era tirar Serginho (recuando Julio dos Santos) e colocar John Cley. Doriva, no entanto, optou por colocar Bernardo, que nada acrescentou ao time, no lugar de Rafael Silva.

Pouco depois Serginho (finalmente) foi sacado, mas para entrada de Lucas. Somente quando o jogo já caminhava para o apito final, John Cley foi inserido (no lugar de Julio dos Santos). O placar não foi mexido e o jogo terminou com o Vasco invicto, sem tomar e sem fazer gols neste Campeonato Brasileiro 2015.

Dois jogos, um em casa e outro fora, dois empates. Aproveitamento de 33% dos pontos disputados. Ainda é cedo para maiores diagnósticos sobre o que esse time poderá fazer ao longo do campeonato, mas o Vasco não pode perder pontos contra equipes “menores” como ocorreu até agora. Na próxima semana, teremos o Internacional em casa. Tendo em vista a escalação para o jogo de hoje e o compromisso no meio da semana pela Libertadores, os gaúchos devem ir à São Januário com o time reserva. O que não é significado de moleza (Réver, Alex, Anderson, Luque, Rafael Moura…). Precisamos começar a melhorar a impressão até aqui deixada, pós-título carioca, já no meio da semana no duelo de volta contra o Cuiabá-MT pela Copa do Brasil.

Doriva pode e deve mexer na equipe para decidir se o Vasco ao longo do ano será o do primeiro ou do segundo tempo do jogo de hoje. Com o Vasco Dr. Jekyll temos chance de chegar a algum lugar no Campeonato. Já com o Vasco Mr. Hyde, o restante da temporada será de horror e muito sofrimento – tudo o que a torcida já experimentou suficientemente nos últimos anos…

Fonte: Globoesporte.com

Fonte: Globoesporte.com

maio 17th, 2015 by Igor Serrano | Sem Comentários »

Camisa do Flamengo carrega 81 milhões em patrocínio

Que a nova diretoria do Flamengo, revolucionou a administração do clube, ninguém tem dúvida. Eles reverteram o prejuízo e equacionaram as dívidas em 3 anos.Mas, como todos sabem, futebol vive de resultados, e a torcida não liga para o financeiro, ela quer títulos. Com um perfil de administrador de empresas, o presidente do Flamengo não entende muito de futebol, e veta algumas contratações devido a parte financeira não se adequar ao orçamento do clube, o que não é errado. Caso a MP do futebol passe ( acho difícil isso acontecer), o Flamengo já estaria adequado a todas as normas regulativas.

Vamos torcer por eles, porque não é só bom para o Flamengo, mas serve de exemplo para todos os dirigentes e clubes do futebol brasileiro.

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maio 14th, 2015 by Iônio Freire | Sem Comentários »

A dor de cabeça permanece – Cuiabá-MT 1 x 1 Vasco – Copa do Brasil

O festejo com o título estadual foi tão bom que a ressaca passou, mas a dor de cabeça ficou.

Mais uma partida pós-título, mais uma fraca exibição cruzmaltina. Desta vez não tínhamos desculpas: o adversário não jogou ultra-defensivo como o Goiás, não era mais a primeira partida após o título e não jogávamos com a “pressão” caseira (vaias, xingamentos e etc para este ou aquele jogador).

Doriva já mostrou o seu valor como técnico na montagem do time, a solidez na defesa e consequentemente a conquista do estadual. Entretanto, não consigo entender a sua insistência/teimosia com Marcinho. É visível que no período em que foi afastado o jogador perdeu peso. Mas mesmo assim não consegue contribuir e ter atuações minimamente razoáveis. A menos que exista uma orientação por parte da diretoria, não faz sentido forçar a barra como está acontecendo. Marcinho não foi bem no primeiro jogo da final contra o Botafogo, nem na estréia do Brasileiro contra o Goiás. A torcida, impaciente com suas atuações simplórias, já começa a persegui-lo. Ficar insistindo não irá ajudar o jogador a adquirir confiança, muito pelo contrário, o deixará mais pressionado. Talvez o principal erro tenha começado já na sua apresentação, onde foi anunciado como o jogador que iria conduzir o time na temporada (coisa que nunca fez em sua carreira. Marcinho, no Flamengo e no Atlético-MG se notabilizou por ser mais um atacante do que um meia). Criou-se uma expectativa desproporcional entre o que foi pensado do jogador e o que ele realmente pode fazer.

Gilberto perdeu muitos gols fáceis hoje. Contra um adversário mais qualificado (como os do Campeonato Brasileiro), desperdiçar chances claras de gol pode ser fatal…

O gol do Cuiabá saiu de um lance inusitado. Preocupado ao ver a bola quase ultrapassar a linha de fundo, Maninho tentou de qualquer maneira cruzar a bola para área. Pegou mal. E justamente a parte do pé (externa lateral) que tocou a bola produziu um efeito bizarro,  enganando Martín Silva e resultando na abertura do placar.

Com o Vasco perdendo e Marcinho nulo, a substituição óbvia seria tira-lo. Para isso Doriva tinha como opções: Anderson Salles, Lucas, Henrique, Jhon Cley, Bernardo, Emanuel Biancucchi, Romarinho e Yago. O escolhido foi Bernardo, mas no lugar de Julio dos Santos. Como já disse no post anterior e repito: Julio é o nosso jogador mais técnico. Na ausência de uma mente pensante no elenco, não podemos abdicar do jogador facilmente se o time não estiver bem. A menos, é claro, que ele esteja muito mal, como nas últimas duas partidas, o que não acontecia. Se a intenção é fortalecer o time que está perdendo, ao botar Bernardo (descansado e com possibilidade de chutes de fora da área e passes) e tirar Julio, o time não ficou mais forte tecnicamente, apenas mais jovem.

Em seguida, Yago foi chamado. Novamente, a opção óbvia seria tirar Marcinho. Não. Professor Doriva optou por tirar Rafael Silva, que vinha bem na partida, com intensa movimentação e ajudando muito na marcação do lateral adversário.

Yago, após a chegada de Alex Evangelista e o CAPRRES, até ganhou mais massa muscular (se comparado a quando foi lançado no time adulto por Adilson Batista), mas ainda não consegue terminar uma jogada em pé. Jogadas que na maioria das vezes têm o mesmo repertório: ameaçar o drible e jogar pra frente, rumo à linha de fundo.

Terceira e última substituição. AGORA SIM. Doriva saca Marcinho e coloca John Cley (Por que não testou o garoto no último domingo?!). John Cley pode não ser nenhum Ganso, mas teve bons momentos no Carioca 2015 (como na vitória sobre o Nova Iguaçu).

O jogo seguiu arrastado. Gilberto, de cabeça, obrigou o goleiro André Luis a operar um milagre, após cruzamento de Christiano (SIM! VOCÊ NÃO LEU ERRADO!). Pouco depois falta para o Vasco. Bernardo cobra. A bola passa muito perto, rente ao travessão, mas vai pra fora.

No último lance do jogo, mais uma falta para o Vasco. Desta vez, é Rodrigo quem se apresenta para a cobrança. Último lance do jogo! O óbvio seria cruzar a bola na área para que algum pé ou cabeça desviasse. Ainda mais se levarmos em consideração o baixíssimo índice de acertos nas cobranças de falta por parte de Rodrigo nos últimos tempos.  Doriva grita do banco: “Sai Rodrigo!“. Bernardo quer cobrar para área. O zagueiro ignora o meia e o técnico (por ironia, no último jogo o mesmo Rodrigo havia repreendido Bernardo pela forma como cobrou uma falta). Assume a responsabilidade. Bate na bola. A batida não sai como gostaria (“…falei que era a última bola, vou chutar. Ia bater no chão, mas a bola subiu e acabei fazendo um gol maravilhoso“), mas é o suficiente para vencer o goleiro André Luís. Cuiabá-MT 1 x 1 Vasco. Fim de jogo. 0 x 0 ou vitória por qualquer placar no jogo da volta em São Januário, nos dá a vaga para a próxima fase. Até lá, esperamos que essa dor de cabeça passe de vez…

Fonte: Flicker oficial do Vasco (https://www.flickr.com/photos/galeriavasco/)

 

maio 14th, 2015 by Igor Serrano | Sem Comentários »

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